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17 de julho de 2012
4 de julho de 2012
Trensurb insiste em acabar com as garantias sindicais
Em mais uma tentativa de resolver o impasse nas negociações do dissídio coletivo de 2012/2013, entre a Trensurb e os metroviários, a direção do Sindimetrô participou nesta segunda-feira, dia 2, de uma audiência no TRT, mediada pela Justiça do Trabalho. A empresa se manteve intransigente em relação às cláusulas sociais, estando apenas disposta a negociar as econômicas.
Pela proposta da Trensurb, os suplentes de representantes sindicais e os reintegrados por ordem do INSS que têm que ser readaptados a novas funções perdem a estabilidade que estava assegurada pelo acordo coletivo, após um ano de encerramento do cargo.
O Sindimetrô repudia com veemência a posição de intransigência da empresa, cujos gestores foram dirigentes do sindicato, se beneficiaram da imunidade sindical e agora, por vingança pessoal, querem acabar com uma prática consagrada nas relações trabalhistas e que nem os governos de direita ousaram terminar.
A posição do sindicato é muito clara: aceita os termos das cláusulas econômicas e vai ajuizar na Justiça do Trabalho as cláusulas sociais que se referem às práticas sindicais. Caberá a Assembleia Geral desta quarta-feira a decisão final. Todos ao sindicato, o futuro da defesa dos interesses dos metroviários está em jogo e depende de seu voto.
Pela proposta da Trensurb, os suplentes de representantes sindicais e os reintegrados por ordem do INSS que têm que ser readaptados a novas funções perdem a estabilidade que estava assegurada pelo acordo coletivo, após um ano de encerramento do cargo.
O Sindimetrô repudia com veemência a posição de intransigência da empresa, cujos gestores foram dirigentes do sindicato, se beneficiaram da imunidade sindical e agora, por vingança pessoal, querem acabar com uma prática consagrada nas relações trabalhistas e que nem os governos de direita ousaram terminar.
A posição do sindicato é muito clara: aceita os termos das cláusulas econômicas e vai ajuizar na Justiça do Trabalho as cláusulas sociais que se referem às práticas sindicais. Caberá a Assembleia Geral desta quarta-feira a decisão final. Todos ao sindicato, o futuro da defesa dos interesses dos metroviários está em jogo e depende de seu voto.
28 de junho de 2012
ASSEMBLÉIA GERAL - 27/06/2012
Em Assembléia Geral, relaizada no dia 27 de Junho de 2012, a categoria dos metrovíarios resolveu rejeitar a proposta indecorosa de acordo sugerida pela diretoria da Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre S/A - TRENSURB, que tem como objetivo acabar com o Sindicato dos Metroviários do Rio Grande do Sul e as relações sindicais no futuro.
A Assessoria Jurídica do SINDIMETRO-RS, agendou para Segunda-Feira, dia 02 de Junho de 2012, às 09:00h, outra Audiência de Conciliação, na Justiça do Trabalho.
Comunicamos e deixamos claro que, em hipótese nenhuma será aceito, retirar ou incluir, cláusulas no Acordo Coletivo 2012/13, que venham a prejudicar o futuro do SINDIMETRO-RS e a categoria.
A Diretoria
25 de junho de 2012
COMUNICADO URGENTE
O Sindimetrô comunica aos trabalhadores da Trensurb que a empresa aplicou um golpe baixo na categoria, no momento de assinar o acordo salarial que foi aprovado na Assembleia Geral do dia 21 de junho. Ela excluiu de forma arbitrária e unilateral cláusulas que não haviam sido discutidas nas negociações entre o sindicato e a empresa.
São cláusulas de direitos sociais, das quais as relações sindicais fazem parte. Foram excluídas as cláusulas:
1) Sexagésima: representante sindical
2) Sexagésima Primeira: garantias para dirigentes sindicais (estabilidade de um ano após o final do mandato).
3) Sexagésima segunda: liberação para reuniões ( diminuição de 1.400 para 1.000 horas).
4) Sexagésima sexta: comissões por setor.
Diante deste novo quadro apresentado pela direção da empresa, o Sindimetrô recusou a assinar o acordo, pediu mediação da Justiça do Trabalho para o impasse, o que será feito nesta terça-feira, dia 26, e está convocando a categoria para nova Assembleia Geral, na sede do Sindicato, na quarta-feira, dia 27.
Os trabalhadores devem ter consciência que foram enganados pela direção da empresa, que foram usados como massa de manobra de pelegos que votaram pela aceitação do acordo e agora estão sendo punidos com o não depósito do vale refeição, entre outras medidas punitivas.
Os trabalhadores devem ter consciência que foram enganados pela direção da empresa, que foram usados como massa de manobra de pelegos que votaram pela aceitação do acordo e agora estão sendo punidos com o não depósito do vale refeição, entre outras medidas punitivas.
A empresa está tentando confundir ainda mais os trabalhadores ao divulgar que foi ela que pediu a mediação da Justiça do Trabalho para resolver o impasse que ela mesmo provocou. Na verdade, foi o Sindimetrô, através d e ofício, que encaminhou dia 22, sexta-feira, o pedido de intermediação da desembargadora Rosane Serafini Casanova, após a tentativa da empresa de impor sua vontade, sem que tenha havido negociação com a categoria. Isto mostra o desespero da direção da Trensurb que além de não cumprir com a palavra dada aos trabalhadores espalha inverdades para confundir e enganar a categoria.
A empresa colocou também no seu sistema interno que o sindicato se recusou a assinar o acordo parcialmente. O Sindimetrô tem documentação para provar que, desde a primeira reunião, a Trensurb colocou como condição: Ou assina todo o acordo ou ele não terá validade. Mais uma mentira que será desmascarada na audiência com a Justiça do Trabalho, através de documentos.
2 de março de 2012
DIREÇÃO DA TRENSURB NÃO RESPEITA ACORDO COLETIVO!
O Sindimetrô/RS e o Departamento Jurídico da Empresa juntamente com um representante de cada setor como observador se reuniram nesta quarta-feira, dia 29, para tratar da escala 4x2, um tema que tem causado prejuizo financeiro e danos a saúde dos metroviários. A reunião contou também com a presença de um grupo expressivo de trabalhadores, postados no pátio do administrativo, que demonstrou a união dos setores, solidarios com os funcionarios atingidos pela 4x2 e sua insatisfação com a política praticada pela Trensurb.
Nesta questão o Sindimetrô está atuando em duas frentes: a política, na qual foi protocolado documento à direção da empresa, demonstrando que esta escala é prejudicial aos trabalhadores, comprovando que os funcionários e a própria empresa não têm nenhum ganho operacional. Na frente jurídica, já foi feita uma denúncia ao Ministério do Trabalho, com as alegações que demonstram a ilegalidade da escala praticada pela empresa.
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