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4 de julho de 2012

Trensurb insiste em acabar com as garantias sindicais

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Em mais uma tentativa de resolver o impasse nas negociações do dissídio coletivo de 2012/2013, entre a Trensurb e os metroviários, a direção do Sindimetrô participou nesta segunda-feira, dia 2, de uma audiência no TRT, mediada pela Justiça do Trabalho. A empresa se manteve intransigente em relação às cláusulas sociais, estando apenas disposta a negociar as econômicas.
Pela proposta da Trensurb, os suplentes de representantes sindicais e os reintegrados por ordem do INSS que têm que ser readaptados a novas funções perdem a estabilidade que estava assegurada pelo acordo coletivo,  após um ano de encerramento do cargo.
O Sindimetrô repudia com veemência a posição de intransigência da empresa, cujos gestores foram dirigentes do sindicato, se beneficiaram da imunidade sindical e agora, por vingança pessoal, querem acabar com uma prática consagrada nas relações trabalhistas e que nem os governos de direita ousaram terminar.
A posição do sindicato é muito clara: aceita os termos das cláusulas econômicas e vai ajuizar na Justiça do Trabalho as cláusulas sociais que se referem às práticas sindicais. Caberá a Assembleia Geral desta quarta-feira a decisão final. Todos ao sindicato, o futuro da defesa dos interesses dos metroviários está em jogo e depende de seu voto.

28 de junho de 2012

ASSEMBLÉIA GERAL - 27/06/2012

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Em Assembléia Geral, relaizada no dia 27 de Junho de 2012, a categoria dos metrovíarios resolveu rejeitar a proposta indecorosa de acordo sugerida pela diretoria da Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre S/A - TRENSURB, que tem como objetivo acabar com o Sindicato dos Metroviários do Rio Grande do Sul e as relações sindicais no futuro.
A Assessoria Jurídica do SINDIMETRO-RS, agendou para Segunda-Feira, dia  02 de Junho de 2012, às 09:00h, outra Audiência de Conciliação, na Justiça do Trabalho.
Comunicamos e deixamos claro que, em hipótese nenhuma será aceito, retirar ou incluir, cláusulas no Acordo Coletivo 2012/13, que venham a prejudicar o futuro do SINDIMETRO-RS e a categoria.

A Diretoria 

25 de junho de 2012

COMUNICADO URGENTE

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O Sindimetrô comunica aos trabalhadores da Trensurb que a empresa aplicou um golpe baixo na categoria, no momento de assinar o acordo salarial que foi aprovado na Assembleia Geral do dia 21 de junho. Ela excluiu de forma arbitrária e unilateral cláusulas que não haviam sido discutidas nas negociações entre o sindicato e a empresa.
São cláusulas de direitos sociais, das quais as relações sindicais fazem parte. Foram excluídas as cláusulas:
1) Sexagésima: representante sindical
2) Sexagésima Primeira: garantias para dirigentes sindicais (estabilidade de um ano após o final do mandato).
3) Sexagésima segunda: liberação para reuniões ( diminuição de 1.400 para 1.000 horas).
4) Sexagésima sexta: comissões por setor.
Diante deste novo quadro apresentado pela direção da empresa, o Sindimetrô recusou a assinar o acordo, pediu mediação da Justiça do Trabalho para o impasse, o que será feito nesta terça-feira, dia 26, e está convocando a categoria para nova Assembleia Geral, na sede do Sindicato, na quarta-feira, dia 27.
Os trabalhadores devem ter consciência que foram enganados pela direção da empresa, que foram usados como massa de manobra de pelegos que votaram pela aceitação do acordo e agora estão sendo punidos com o não depósito do vale refeição, entre outras medidas punitivas.
A empresa está tentando confundir ainda mais os trabalhadores ao divulgar que foi ela que pediu a mediação da Justiça do Trabalho para resolver o impasse que ela mesmo provocou. Na verdade, foi o Sindimetrô, através d e ofício, que encaminhou dia 22, sexta-feira, o pedido de intermediação da desembargadora Rosane Serafini Casanova, após a tentativa da empresa de impor sua vontade, sem que tenha havido negociação com a categoria. Isto mostra o desespero da direção da Trensurb que além de não cumprir com a palavra dada aos trabalhadores espalha inverdades para confundir e enganar a categoria.
A empresa colocou também no seu sistema interno que o sindicato se recusou a assinar o acordo parcialmente. O Sindimetrô tem documentação para provar que, desde a primeira reunião, a Trensurb colocou como condição: Ou assina todo o acordo ou ele não terá validade. Mais uma mentira que será desmascarada na audiência com a Justiça do Trabalho, através de documentos.

2 de março de 2012

DIREÇÃO DA TRENSURB NÃO RESPEITA ACORDO COLETIVO!

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O Sindimetrô/RS e o Departamento Jurídico da Empresa juntamente com um representante de cada setor como observador se reuniram nesta quarta-feira, dia 29, para tratar da escala 4x2, um tema que tem causado prejuizo financeiro e danos a saúde dos metroviários. A reunião contou também com a presença de um grupo expressivo de trabalhadores, postados no pátio do administrativo, que demonstrou a união dos setores, solidarios com os funcionarios atingidos pela 4x2  e sua insatisfação  com a política praticada pela Trensurb.

Nesta questão o Sindimetrô está atuando em duas frentes: a política, na qual foi protocolado documento à direção da empresa, demonstrando que esta escala é prejudicial aos trabalhadores, comprovando que os funcionários e a própria empresa não têm nenhum ganho operacional. Na frente jurídica, já foi feita uma denúncia ao Ministério do Trabalho, com as alegações que demonstram a ilegalidade da escala praticada pela empresa.