7 de outubro de 2010

Inoperância de escada rolante quase gera acidente

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A falta de efetivo e de equipamento em condição segura de uso quase teve grave consequência para um funcionário e um usuário na Estação Farrapos na última sexta-feira (01/10). Havia três seguranças no trabalho, sendo que dois estavam saindo para o intervalo. Com isso, o supervisor da estação que se encontrava naquele momento foi ajudar, juntamente com outro segurança e uma funcionária, a descer um cadeirante pela escadaria fixa e acabou caindo. A escada rolante da Estação Farrapos, assim como em outras estações, está estragada. Essa rotina de trabalhar diariamente com a falta de equipamentos adequados ou estragados pelo uso contínuo e o tempo é algo extremamente perigoso. Damos graças de que nada de mais sério aconteceu nesse incidente; porém fica o alerta para que nossos administradores nos dêem melhores condições de trabalho.

Decisão do STF beneficia aposentados

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Por: Vieira, Menezes, Carrion, Bergonsi e Coutinho
Advogados Associados
OAB/RS 2.029

Os aposentados têm motivos para comemorar a decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na seção de 08/09/2010 (Recurso Extraordinário nº 564.354), que por maioria de votos negou provimento ao recurso do INSS contra decisão que permitiu a aplicação do teto para aposentadoria.

O INSS aplicou o limitador vigente à época, que era de R$ 1.081,50 em 12/1998, ou em 12/2003, R$ 1.869,34, sendo que os novos tetos dos benefícios previdenciários foram alterados pelas Emendas Constitucionais passando para R$ 1.200,00 (12/1998) e R$ 2.400,00 (12/2003), não sendo readequados os valores recebidos pelos aposentados/pensionistas.

Com essa decisão os aposentados têm direito à revisão dos benefícios e os processos em andamento serão solucionados mais rapidamente e os aposentados que ainda não ingressaram com ação judicial devem buscar seus direitos.

Os aposentados que tiveram o benefício concedido até o ano 2004, limitado ao teto, têm direito à revisão para aumentar o valor da renda mensal e receber os atrasados dos últimos cinco anos.
Para verificar se o aposentado e/ou pensionista têm direito a ingressar com a ação são necessários os seguintes documentos:

- carta de concessão da aposentadoria ou pensão;
- extrato com valor do benefício recebido.

* Atenção! Para mais informações compareça aos plantões previdenciários do sindicato. É toda quarta-feira, das 14h30min às 16h30min.

Informe de processos do Escritório Silvia Lopes Burmeinster

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DILENE E OUTROS
Processo n° 0086700-90.1998.5.04.008

O processo se encontra em fase de execução com cálculo homologado e mandado de penhora expedido a ser cumprido por oficial de justiça.

URV 1
Processo n° 0118000-35.2005.5.04.0005

O processo aguarda término do prazo da AGU que tomará ciência do indeferimento da petição. Após será enviado o “Agravo de Petição” da empresa ao TRT em autos suplementares.

Este Agravo de Petição discute os valores a serem incorporados, já calculados pelo perito e homologados pelo juízo.

O processo principal deverá, após todos os prazos, ser encaminhado à perita para os cálculos finais.

Novas informações em 30 dias!

URV 2
Processo n° 054500-36.1999.5.04.0027

Processo em carga dom a perita do juízo que tem prazo até 30 de novembro para apresentar os cálculos. A perita solicitou prazo até 30 de novembro, que foi deferido pelo juiz.

Novas informações após o dia 30 de novembro.

PERICULOSIDADE SEGUR
Processo n° 0048300-84.2001.5.04.0013

Prazo de manifestação da União até 17/10/20010. Após, deverá ser homologados cálculos com determinação de citação para pagamento.

Não havendo pagamento, será expedida autorização de leilão, tendo em vista que já há nos autos bens penhorados (trens) que necessitam somente de avaliação.

Informe de processos do Escritório Projust

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DIAS DA GREVE DE 2005
Processo de n° 0112100-11.2005.5.04.0025

O presente processo será remetido ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT) para julgamento do “Agravo de Petição”. Como já existe a garantia do juízo (trens penhorados), os valores serão liberados.

Como e quando esses valores serão liberados?

O processo vai ao tribunal com recurso (Agravo de Petição) e o valor incontroverso será liberado.

Há duas formas:

1ª Fazer leilão dos trens penhorados;

2ª A reclamada deposita o valor.

DIFERENÇA DE PERICULOSIDADE 01013
Processo n° 0101300-3802006.5.04.0008

Infelizmente a reclamada requereu e conseguiu um prazo adicional para apresentar os cálculos de liquidação complementar.

O referido prazo termina no próximo dia 14 de outubro.

O sindicato, assim que a reclamada apresentar os cálculos de liquidação, será notificado para examinar, analisar e dizer se os mesmos estão de acordo com a decisão do juiz.

6 de outubro de 2010

ACT impresso já está disponível no sindicato

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Caro metroviário, a versão impressa do Acordo Coletivo de Trabalho 2009/2010 e 2010/2011 já está disponível para sua consulta na sede do Sindimetrô. O sindicato terá prazer em receber você e, caso haja necessidade, explicar dúvidas sobre o texto.

O sindicato fica aberto de segunda à sexta-feira, das 9h às 17h.

5 de outubro de 2010

Trensurb fica sem escada rolante até dezembro

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Por pelo menos 90 dias, as reformas em três das cinco escadas rolantes das estações Fátima, Farrapos/IPA e São Pedro deixarão os passageiros do trensurb com menos opções para se deslocarem com mais tranquilidade.

Na Estação Mercado, três das cinco rolantes estão paralisadas há duas semanas, também para reforma. Porém, deverão ser liberadas em 30 dias.

Ontem, surpreendidas pela paralisação das escadas do setor de desembarque da Estação Mercado, as amigas Dalva da Silva, 72 anos, e Lucimar Lisboa Cruz, 83 anos, levaram mais de um minuto para descer os degraus.

Com cuidado, Lucimar fez questão de segurar-se no corrimão. Dalva a conduziu.

– A falta da escada rolante atrapalha, principalmente, os idosos. Descemos bem devagar para não corrermos riscos – contou Dalva.

– Não dá para correr. A pressa é inimiga da perfeição – reforçou Lucimar.

Reformas são necessárias

De acordo com a assessoria de imprensa da Trensurb, a reforma completa de uma escada rolante é necessária a cada dez anos, independente da existência de manutenção preventiva periódica (semanal, quinzenal, mensal). A recuperação envolve a troca de todas as peças móveis da estrutura, por isso o tempo maior na desmontagem e montagem de todo o equipamento.

Ao todo, são 30 escadas rolantes em 17 estações da Trensurb. Até agora, já foram reformadas nove escadas localizadas nas estações Sapucaia do Sul, Luis Pasteur, Canoas/La Salle, Mathias Velho e Niterói/UniRitter.

Matéria publicada pelo jornal Diário Gaúcho

24 de setembro de 2010

Pane no metrô de São Paulo serve de lição a todo o Brasil

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Na última terça-feira (21/09), uma das composições de um trem da Linha Vermelha 3 do metrô de São Paulo teve o dispositivo de emergência das portas acionado. Isso culminou com a desenergização da linha entre as estações Pedro II e Sé, na área Central da cidade. Conforme dados da imprensa e da própria empresa gestora do metrô paulista, toda a circulação da linha ficou parada pela parte da manhã. As 18 estações da linha foram fechadas. Muitas pessoas saíram andando pela via permanente, quatro foram para o hospital passando mal e diversas outras ficaram mais de 50 minutos trancada nos trens parados.

A gestão de um sistema de metrô, que serve a milhares de pessoas diariamente, deve ser encarada de forma absolutamente séria e competente. No transporte coletivo, temos uma imensa responsabilidade. Pessoas com os seus mais variados compromissos (estudos, trabalho, entrevistas de emprego, lazer...) depositam em nós e nos nossos instrumentos de trabalho a crença de que seus destinos serão alcançados de forma tranquila e em tempo hábil.

Entre as hipóteses acerca do que ocorreu no metrô de São Paulo está a do excesso de pessoas utilizando um mesmo vagão. As composições estavam lotadas. Na Trensurb essa realidade já faz parte de nossas rotinas. E o que isso significa? Significa que temos de investir constantemente na segurança do sistema e no material rodante (trens). Adquirir novos trens é fundamental! Devemos disponibilizar para a população composições maiores (trens com mais vagões).

A situação ficará mais grave com a expansão de nossos serviços até Novo Hamburgo. Sem a aquisição de novos trens, que já deverão estar disponíveis quando da inauguração do novo trecho, até a manutenção dos trens atuais estará prejudicada. Não teremos disponibilidade de trens para qualquer manutenção mais profunda. Por fim, é necessário um novo estudo em nosso sistema de integrações.

Toda e qualquer obra pública deve ser planejada em seus mínimos detalhes para atender com excelência de serviços a população. Qualquer coisa diferente disto está fadada ao fracasso. Unicamente como exemplo, inaugurações apressadas com fins eleitoreiros.

23 de setembro de 2010

Banco de horas? Cursos noturnos? Quem é o responsável?

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Passam os anos e parece que algumas chefias e/ou gerências não aprendem nada. É do nosso conhecimento que, junto ao Setor de Tráfego (em especial com cargos em confiança), está sendo utilizado o banco de horas. Trabalha-se sem direito à hora-extra, acumulando folgas a serem utilizadas em data posterior.

Para os desavisados, o banco de horas surgiu no Brasil através da lei 9.601/98; por alteração do art. 59 da CLT. A lei prevê que esta prática só é legal se for acordada em Convenção ou Acordo Coletivo de Trabalho com a participação do sindicato representativo da categoria. Os valores das horas trabalhadas, horários, período e forma de compensação do banco de horas, entre outros direitos devem constar na Convenção.

Por outro aspecto, em trabalhos insalubres e perigosos, a instituição do banco de horas depende também de autorização expressa de autoridade competente em matéria de segurança e higiene do trabalho do Ministério do Trabalho.

Ou seja, a prática do banco de horas no SETRA, além de equivocada é ilegal; merecendo denúncia junto a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE/RS).

No mesmo setor ficou determinado aos operadores de trem que estes farão, no turno noite, cursos de reciclagem. Outra “invenção” equivocada! Não é necessário nenhum conhecimento maior para saber que no turno da noite, o trabalhador em escalas de revezamento tem rendimento menor.

Mas o agravante nesta decisão é o de submeter o operador a uma carga de tarefas noturnas maiores e colocar a operação matinal, literalmente, em risco. O operador estará muito mais cansado e isso irá refletir diretamente na operação dos trens nos primeiros horários da manhã.
Basta ter trabalhado nestas condições para saber os resultados! Na verdade, bastaria ser operador de trem para saber, mas não parece ser assim. Mesmo com experiência de anos atuando na área ou tendo contato com quem atuam, alguns se esqueceram o que é a operação de trens!

Aguardamos que esta decisão seja reformulada imediatamente, sob pena de sérios riscos para a operação.

Caso haja, em seu setor, problemas como o que foi relatado acima; denuncie ao Sindimetrô!

14 de setembro de 2010

Ainda existem heróis

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No último dia 11 (sábado) ocorreu um incidente no pátio de manobras da Trensurb que resultou no descarrilamento de um TUE. Imediatamente foram acionados todos os envolvidos para buscar, com a urgência necessária, a normalização das vias do pátio com a reposição do trem nos trilhos e os concertos necessários.

A idéia inicial foi de contratar guindastes para recolocar o trem sobre os trilhos o que, com o passar do tempo, mostrou-se inviável face às condições do próprio local. Foi justamente aí que apareceram os heróis metroviários. Nossa SEVIP!

Inicialmente imaginem que todo este incidente tivesse ocorrido dentro de um quadro de total terceirização. Final de semana, chuva, condições adversas... Não fossem nossos quadros, com metroviários que vestem a camisa da empresa, o final teria sido diferente. Nossos companheiros trabalharam arduamente, noite adentro, para restabelecer a normalidade da circulação no pátio. Todo o trabalho foi praticamente braçal, com a “construção” de “camas de dormentes” para, com muita dificuldade, colocar o trem nos trilhos.

Acham que com uma terceirizada seria igual? Nem de perto! Aliás, aqueles que afirmam que a terceirização é a solução para o desenvolvimento econômico do país, diminuindo "custo", estão tentando induzir todos ao erro.

A terceirização traz prejuízos à sociedade e à empresa que a adota. Sucateamentos, diminuição dos direitos do trabalhador, gerando postos de trabalho em condições menos dignas. Tudo isto traz deterioração da qualidade do serviço prestado, o que afeta não só o seu consumidor, mas a própria imagem da empresa.
E no caso da Trensurb, não podemos esquecer da responsabilidade solidária e/ou subsidiária da empresa que, terceirizando suas atividades, continua responsável, via de regra, com prejuízos financeiros causados pela busca de indenizações. Incluem-se aí débitos fiscais, como os previdenciários.

Fica claro que uma empresa composta por empregados que "vestem a sua camisa" tem maior capacidade para obter melhores resultados dos pontos de vista da quantidade e da qualidade na prestação dos serviços.

Perguntamos: A quem nossa direção quer servir? Ao lucro a qualquer custo, implicando o aumento das desigualdades sociais ou na valorização dos nossos profissionais? Na valorização do ser humano?

Que a direção da Trensurb tome este incidente como exemplo. Não fosse a condição de nossos metroviários em “vestir a camiseta”, o resultado final não seria o mesmo. Parabéns aos metroviários! Parabéns SEVIP!

PELA VALORIZAÇÃO DA PRATA DA CASA! NÃO A TERCEIRIZAÇÃO!

2 de setembro de 2010

Sindicato e empresa assinam ACT 2010

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Depois de vários capítulos com a apresentação dos mais variados cenários e situações, a novela do Acordo Coletivo de Trabalho 2010/2011 chegou ao fim na tarde de ontem. Isso por que, finalmente, houve a assinatura do ACT por parte da empresa, que vinha protelando o ato devido o interesse de modificar algumas cláusulas. Fato esse rechaçado pelo Sindimetrô que relatou a situação para os metroviários em Assembleia Geral realizada na última terça-feira (31/08).

É importante salientar que a assinatura não foi algo simples. A empresa retardou o ato até o último minuto, não dando sinais de preocupação com a possibilidade real de paralisação. Aliás, o sindicato já estava com a Comunicação de Greve engatilhada juntamente ao jornal “O Sul”, caso a assinatura do ACT não saísse na tarde de ontem. A assinatura se deu devido à insistência e o poder de negociação da diretoria sindical em conjunto com a mobilização da categoria. Apesar dos desmandos, saímos orgulhosos de todo o processo onde garantimos melhorias no ACT. Evitamos uma paralisação em plena Expointer, fato que a Trensurb ignorou o tempo todo. Demonstrando desrespeito ao seu trabalhador e ao seu usuário.

O Acordo Coletivo é um instrumento legal que oficializa as relações de trabalho com a empresa e, para o sindicato, deve ser negociado de forma séria. Do ACT surgem às principais conquistas em termos de remuneração, benefícios e reconhecimento dos metroviários. Essas conquistas, amparadas pela lei, acabam sendo responsáveis pela efetivação dos projetos de vida dos trabalhadores e suas famílias. Não podemos, em hipótese alguma, deixar de tratar com respeito um documento tão importante e que leva em seu conteúdo o reconhecimento do trabalho de todos os metroviários. Nossa luta é e sempre será pela manutenção e expansão de direitos. O ACT é uma das principais ferramentas de defesa do metroviário e garante que, ao final de mais um mês, as contas serão pagas, nossos filhos terão livros escolares, nossa mesa terá comida etc.

Como ocorreu no ano passado, nossa Campanha Salarial foi um grande sucesso. Nosso material gráfico foi distribuído e utilizado por todos. Nossa diretoria trabalhou muito e os resultados aparecem pela total dedicação ao nosso colega metroviário. “Porém nem tudo são flores. Há dissabores, infelicidades” e o ano ainda não acabou. Temos muitas pelejas pela frente. A auditoria interna está a todo vapor e a reconstrução da nossa dignidade passa, e muito, por mudanças de comportamento nas rotinas profissionais.

Vamos continuar mobilizados e lutando juntos para que nossos sonhos não virem pesadelos.

CONFIRA OS PRINCIPAIS ITENS DO ACT 2010/2011

– Duração do ACT: um ano;
– Reajuste salarial: 5,26% (índice estendido a todas as cláusulas econômicas, com exceção da relativa ao ticket alimentação);
- O Ticket alimentação/refeição terá o valor de R$ 499,20 a partir de 1º maio de 2010;
– No ticket alimentação, pagamento retroativo de maio de 2009 a abril de 2010, será pago no dia 08/09/2010 conforme informação da TRENSURB;
– Desistência dos recursos interpostos pela Trensurb e Sindimetrô do julgamento do Dissídio Coletivo do ano passado;
– Desistência do julgamento do desconto de dias parados na greve de 2009 e compensação das horas não trabalhadas após estudo realizado por grupo de trabalho paritário;
– Manutenção do adicional noturno em 50% para os funcionários admitidos até 1996;
– Manutenção das atuais escalas de trabalho. Formação de uma comissão paritária para estudo das escalas de trabalho.

Leia o ACT 2010/2011, na íntegra, clicando aqui!

26 de agosto de 2010

Sindimetrô e Ibepe fecham convênio para qualificação profissional do metroviário

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O Sindimetrô e o Instituto Brasileiro de Educação Profissional Especializada (Ibepe) fecharam convênio com descontos de 50% para os associados ao sindicato e aos seus respectivos dependentes nos cursos de Informática e Qualificação Profissional.

Cada curso da direito a três módulos à escolha do aluno. A duração é de oito meses. Na área de Informática são oferecidos três cursos: “Informática Básica”, “Webdesigner” e “Designer Gráfico”. Já na área de Qualificação Profissional, os cursos são: “Gestão Administrativa”, “Departamento de Pessoal”, “Técnicas de Venda e Atendimento”, “Contabilidade e Impostos”.

A cada inscrição nos cursos de Informática, o aluno ganha dois módulos dos cursos de Qualificação Profissional. Além do desconto de metade do valor do curso, os metroviários estarão isentos da taxa de matrícula e do custo do material de estudo (apostilas).

Os interessados deverão se dirigir até a sede do sindicato para pegar o encaminhamento para o Ibepe junto a Secretaria de Finanças. Para mais informações fale com o seu dirigente sindical ou acesse o site http://www.ibepe.com.br/







5 de agosto de 2010

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Todos nós, trabalhadores e usuários do transporte público, sabemos o quanto é chato adentrar em um trem e ter que lutar por espaço devido a grande lotação observada, principalmente, em momentos de pico. Essa situação de desconforto acaba gerando muitos conflitos entre empresa/usuários, funcionários/usuários, empresa/funcionários... E isso, na maior parte das vezes, só acontece por causa do comportamento desregrado por parte de algumas pessoas que utilizam os serviços de transporte público.

Infelizmente existem muitos usuários que costumam pegar o metrô e, também o ônibus, como se pega um caminhão cargueiro. O limite no volume do que cada indivíduo carrega no transporte público, seja qual for o modal, é algo muito importante para a mobilidade do cidadão. Por exemplo, quatro malas médias de viagem tiram o lugar de três pessoas adultas, segundo dados do Inmetro. Sentar e esticar as pernas no chão é outro comportamento ruim, pois tira a liberdade de locomoção de outras pessoas ou diminui o espaço para que mais pessoas possam ficar de pé naquele lugar.

De olho nessas questões, o metrô de São Paulo está fazendo uma campanha de esclarecimento junto aos usuários de que os trens são destinados ao transporte de passageiros e não de carga. A insatisfação com a mochila do vizinho ficou clara em uma pesquisa realizada entre os usuários do metrô paulistano. 74% dos passageiros acham que ela é o que mais incomoda.

Também existe a preocupação com a forma correta de levar mochilas e bolsas que, segundo especialistas, devem ser carregadas na parte frontal do corpo. Isso evita assaltos e possibilita que a pessoa possa tirar o objeto do caminho dos outros.
Ainda de acordo com a pesquisa, 65% dos passageiros reclamam de quem não respeita os assentos preferenciais. Já 62% se queixam do empurra-empurra na hora de entrar e sair dos vagões. Segundo o metrô, seis pessoas podem ocupar o espaço de um metro quadrado dentro dos vagões. Porém, na prática essa equação inexiste, tendo em vista que há muito mais pessoas do que metrôs de veículos. Ocorre disso à famosa “lata de sardinha”.

Algumas pessoas não têm noção do tamanho da bagagem. Em alguns casos, a mochila ocupa o lugar de uma criança. Como forma de demonstrar indignação, algumas pessoas passam esbarrando e chegam até a reclamar.

Segundo funcionários operacionais do metrô paulista, há um limite de bagagem que pode ser transportada e os seguranças podem barrar o passageiro que exagerou na quantidade de malas.

Opinião final

Sem sombra de dúvidas essa questão é interessante para se por em mesa aqui no sistema metroviário gaúcho. Quem usa os serviços da Trensurb está acostumado a ver pessoas com carrinhos de compras cheios, com caixa de isopor grande, com malas grandes e tudo isso é muito ruim para o “ir e vir” dos usuários. Normatizar um limite de bagagem ou aumentar “locais de carga” nos vagões é interessante. E isso se faz ainda mais necessário depois da expansão até Novo Hamburgo e o incremento de milhares de novos usuários.

Toda pesquisa deve conter diversos itens de avaliação, assim como os dados negativos também devem ser publicados. Ao contrário da percepção da Trensurb, pesquisa de satisfação não deve ser encarada única e exclusivamente como publicidade.

Entenda melhor o ACT 2010

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Semana passada, através de Assembleia Geral Extraordinária, a categoria fechou o Acordo Coletivo de Trabalho do ano de 2010. Veja, abaixo, um resumo da negociação.

* Prazo do Acordo Coletivo: um ano.
* 5,26% de reajuste salarial, índice este estendido a todas as cláusulas econômicas, com exceção da relativa ao ticket alimentação.
* Reajuste no ticket alimentação de 10,5%.
* No ticket alimentação, pagamento retroativo de maio de 2009 a abril de 2010 no índice de 8,45% sobre o valor do ticket de maio de 2009.
* Desistência dos recursos interpostos pela Trensurb e Sindicato do julgamento do Dissídio Coletivo do ano passado.
* Desistência do julgamento do desconto de dias parados na greve de 2009. Compensação das horas não trabalhadas após estudo realizado por grupo de trabalho paritário.
* Manutenção do adicional noturno em 50% para os funcionários antigos e 20% para aqueles que ingressaram após a publicação da Resolução nº 9 de 1996.
* Manutenção das atuais escalas de trabalho. Formação de grupo de trabalho paritário para estudo das escalas de trabalho.

Aposentadoria por idade

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Têm direito ao benefício os trabalhadores urbanos do sexo masculino a partir dos 65 anos e do sexo feminino a partir dos 60 anos de idade. Os trabalhadores rurais podem pedir aposentadoria por idade com cinco anos a menos: a partir dos 60 anos, homens, e a partir dos 55 anos, mulheres.

Os trabalhadores inscritos na Previdência Social a partir de 25/07/1991 precisam comprovar 180 meses de tempo de contribuição (15 anos) para ter direito ao benefício.

Para aqueles trabalhadores filiados a Previdência Social antes de 25/07/1991, não se exige a comprovação de 180 meses para requerer o benefício, necessitam comprovar a carência mínima exigida na tabela de progressiva da Lei de benefícios.

Os trabalhadores têm dúvidas quando solicitam a Aposentadoria por Idade. Será que o valor do meu benefício será reduzido?

Podemos afirmar que não. Atualmente, os trabalhadores que atingem o tempo para obtenção da aposentadoria por tempo de contribuição e por idade, podem ter certeza que a aposentadoria por idade será mais vantajosa. Inclusive, neste caso, o fator previdenciário poderá ser utilizado para melhorar o valor da aposentadoria do segurado.

* Atenção! Para mais informações compareça aos plantões previdenciários do sindicato. É toda quarta-feira, das 14h30min às 16h30min.

Por: Vieira, Menezes, Carrion, Bergonsi e Coutinho
Advogados Associados
OAB/RS 2.029

29 de julho de 2010

Metroviários fecham ACT 2010

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A Assembléia Geral Extraordinária, realizada na tarde da última quarta-feira, resolveu aceitar a proposta oferecida pela Trensurb. Prosseguimos em nossas conquistas, o que não quer dizer que ainda não tenhamos muito a recuperar e avançar.

O resultado da Assembléia foi apresentado à direção da empresa, especialmente na pessoa do Diretor de Administração e Finanças, que se comprometeu a pessoalmente agilizar os trâmites junto ao Dest para a assinatura do Acordo Coletivo e inclusão dos valores em folha de pagamento.

Os metroviários demonstraram mais uma vez a enorme consciência de classe e o discernimento para analisar o conteúdo das questões apresentadas na assembléia e seus inúmeros desdobramentos.

Avançar sempre, desistir jamais!

19 de julho de 2010

Prestação de Contas

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Em outubro de 2009, após avaliação pela Assembleia Geral Ordinária e, considerando ainda parecer negativo do Conselho Fiscal, foi determinado através do voto a não aceitação das contas relativas ao ano de 2008 (gestão anterior).

Nesta data, ficou ainda determinada, a instauração de procedimento de Auditória para avaliar as contas apresentadas. Ato contínuo, a direção do Sindimetrô procedeu no levantamento de propostas de empresas especializadas no ramo.

As empresas forneceram ao sindicato suas necessidades para uma correta avaliação, dentre as quais, todas foram unânimes em solicitar a apresentação da totalidade dos livros diários registrados no devido cartório de registro de títulos e documentos.

Para nossa surpresa, após levantamento, ficou constatado que nestes 25 anos nenhum livro deste sindicato havia sido levado para registro, conforme certidão cartorial de 23 de fevereiro do corrente ano.

E mais. Os três primeiros livros (bem como os livros relativos 2004, 2005 e 2006) foram extraviados em condições por nós desconhecidas. Relativamente aos três primeiros, foi necessário o registro de ocorrência policial para iniciar os procedimentos junto ao cartório.

Os outros foram reconstituídos através de dados fornecidos pelo contador da época. Restou o livro referente a 2008 que foi emitido e encadernado pelo contador responsável na gestão anterior.

Finalmente, em 08 de junho do corrente, foram iniciados os registros dos livros diários desta entidade, em um custo, até o presente, de R$ 616,31 (seiscentos e dezesseis reais e trinta e um centavos). Ainda, no decorrer deste lapso temporal, foram efetuados contatos com o ex-presidente, o Sr. José Luis da Silva Vaz, para apor assinatura nos respectivos livros de sua gestão.

Não atendida à solicitação, foi enviada intimação extrajudicial que também não foi cumprida. Restou ao Sindimetrô ingressar em juízo contra o então presidente da entidade para que proceda a assinatura dos livros, ato ao qual é obrigado pelo próprio estatuto sindical.

O próximo passo será convocar Assembleia para avaliação dos valores ofertados pelas empresas interessadas na prestação dos serviços de auditoria. É importante destacar que todos estes procedimentos que foram executados até então pela direção do sindicato, foram trabalhosos e dependeram de muito tempo para sua realização.

Porém, todos foram e são necessários para que o processo seja transparente e ocorra dentro da legalidade. Nossa bandeira de “reconstrução” continua cada vez mais viva e necessária para que o sindicato possa estar sempre à altura da categoria metroviária.

O Sindimetrô/RS, através de sua Diretoria Financeira, está aberto para dirimir qualquer dúvida que possa restar acerca dos procedimentos relatados. A luta continua!

20 de maio de 2010

Ainda existe democracia!

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Mesmo que alguns ditadores locais (da empresa mesmo!) pensem o contrário, ainda estamos vivendo sob um regime democrático. Assim entendido, fica bastante claro que o patrão pode apenas influir nas relações de trabalho e não, na vida pessoal do funcionário. Não bastassem os assédios diários aos quais os funcionários da Trensurb são submetidos agora, ao que tudo parece, passaram dos limites!

Quando dizem que se tu queres conhecer alguém, lhe dê poder; é verdade! Em recente episódio envolvendo dois colegas de trabalho, as circunstâncias do “atrito” passaram dos limites culminando em agressão física. O funcionário que se sentiu prejudicado procurou não só resolver a questão no âmbito da empresa, como entendeu que deveria buscar solução também de forma pessoal, privada, com as ações que entendeu necessárias ao resguardo de sua integridade física e moral.

Notem que não estamos aqui colocando razão para um ou para outro. O fato é que o funcionário necessitou de afastamento. Mesmo estando o colega afastado, o gerente ordenou sua presença na empresa. Para auxiliá-lo? Não! Para aplicar, digamos, um “choque de ordem”! Em resumo, ele deveria imediatamente retirar todas as ações que tomou em âmbito particular (nenhuma relação existe com a empresa), ou seria demitido!

Caso retirasse, ainda sofreria a sanção de um “gancho”. Vejam que o gerente vidente já sabia, inclusive, em quantos dias o funcionário seria castigado, sem necessidade de qualquer comissão disciplinar ou sindicância. Um exemplo de alguém compromissado com a empresa.
Em se tratando de Trensurb, as notícias voaram pelos corredores! Para ajudar, alguns outros colegas que, diga-se de passagem, têm “telhado de vidro”, passaram a agredir o companheiro moralmente com coisas do tipo: “Estás pronto para ser demitido? Olha, têm uma nova lista! É bom, porque vou pegar teu lugar!”.

Culpa de quem? Mais uma vez nossos “administradores” que não souberam administrar nada. Pelo contrário, julgando-se acima de tudo, passaram dos limites da “coisa pública”. O problema está colocado e já é muito maior do que deveria ser! Pois bem Sr. Chefe de Gabinete e Sr. Gerente. Resolvam de uma forma legal e justa ou nós resolveremos! Caso efetivamente se faça necessária à intervenção direta do sindicato, resolveremos de forma a tornar o episódio como “modelo a toda terra”! Tenham certeza...

20 de abril de 2010

A crise construída

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Não é novidade para ninguém. Desde o funcionário mais antigo ao contratado recentemente sabe que a empresa passa por uma séria crise funcional. A cada dia encontramos menos funcionários nas estações, um dos pontos chaves para atendimento ao usuário. Isso sem falar no restante, como exemplo: a área de manutenção. Por onde andarmos na operação faltam funcionários!

E o que faz a direção da empresa? Continua demitindo e demitindo... Nenhuma outra direção demitiu tanto! As demissões já estão provocando danos irreparáveis a aqueles que têm a sorte de permanecerem em seus empregos. Já não bastassem condições precárias de trabalho em várias das estações, a pressão e a sobrecarga de trabalho aumentam diariamente.

Os metroviários estão adoecendo, física e psicologicamente. São submetidos cotidianamente a uma tormenta de pressões por produção, já que cada “metroviário sobrevivente” deve produzir por, no mínimo, dois trabalhadores.

É uma crise normal? Evidente que não! Esta crise está sendo construída pela direção da empresa, como um jogo de xadrez. Já de muito tempo, cada jogada está sendo ensaiada, pensada para o final pretendido. E qual é? A precarização da mão de obra! Terceirização! Máquinas de bilhetes! Redução do número de funcionários! Redução dos gastos com salários!

Como exemplo prático, em recente ata de reunião produzida na empresa, consta como grande façanha a conquista, por parte do presidente, de verbas para terceirização da SEVIP, SERED e SEMOB.

A pergunta que fica é: aonde a direção da empresa chegará? Bem, aonde ela quer chegar nós já sabemos. Mas somente chegará até onde nós, trabalhadores metroviários, permitiremos. Somente uma grande mobilização em torno de questões como condições de trabalho e manutenção do emprego impedirão o avanço destrutivo da atual direção.

O Sindimetrô está atento, principalmente seu corpo jurídico, para barrar judicialmente atos ilegais. Porém, devemos estar todos unidos neste objetivo.

NÃO AS DEMISSÕES! NÃO AS TERCEIRIZAÇÕES!
BASTA DE VANDALISMOS NA VIDA DOS METROVIÁRIOS!

Camanha Salarial 2010 - Empresa faz corpo mole

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Assim como no ano passado, a direção da empresa ignora a categoria ao não dar seguimento nas negociações para o Acordo Coletivo de Trabalho.

Essa atitude traz prejuízos não só para os metroviários, que ano após ano se sentem perseguidos, mas para a própria Trensurb que mancha sua história com passagens obscuras de despreocupação com seu maior patrimônio, o quadro de funcionários.

ORGANIZAÇÃO DA CATEGORIA CHAMA A ATENÇÃO

Todo o processo de construção da Pauta de Reivindicações 2010 foi cumprida dentro de um prazo organizado e participativo. A organização da categoria, como sempre, foi elogiável. Todas as propostas foram lidas, estudadas, apresentadas e, por fim, aprovadas através de Assembleia para que todos os metroviários fossem atendidos em suas reivindicações. Esse ano, até mesmo a internet foi usada como um elemento de integração e agilidade na constituição da nossa Pauta.

DESORGANIZAÇÃO DA EMPRESA, CHAMA MAIS AINDA

Toda a preocupação que o Sindimetrô e a categoria mostram em buscar estabelecer parâmetros justos em nossas reivindicações e de forma aberta ao diálogo, é diminuida com a omissão da Trensurb no momento em que essa não dá ouvidos ao nosso chamamento para a conversa. Hoje completam 25 dias de expectativa do sindicato com relação a uma resposta da empresa sobre um calendário ou um contato inicial para dar andamento as negociações.

Esse tipo de atitude revela o grau de desleixo com que os atuais diretores da Trensurb apresentam pelos metroviários. O procedimento de contatar o sindicato, de forma rápida, após a entrega da Pauta serve como uma postura de respeito a categoria; o que, definitivamente, a Trensurb não tem.

Esperar o que de uma direção que não respeita nem mesmo a sua própria história não é mesmo?
Esperamos que, nesse ano, a nossa Pauta seja ao menos avaliada!

Trensurb é multada por desrespeitar o período de intervalo

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Em dezembro do ano passado, o Sindimetrô denunciou a Trensurb na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego - SRTE, pelo fato de não permitir que os trabalhadores das estações, especialmente São Pedro, Aeroporto, Anchieta, Fátima, São Luis, Petrobrás e Luis Pasteur usufruíssem do direito ao intervalo de repouso e alimentação. Naquela época, essa atitude era observada especialmente nos finais de semana.

Em fevereiro deste ano a denúncia foi reiterada. Após os apelos do Sindicato foi designado um auditor do Ministério do Trabalho para realizar vistorias e averiguações, constatando a veracidade das denúncias de irregularidades. Com isso, na segunda quinzena de março, a SRTE aplicou multa à empresa no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais). Deste valor não cabe recurso e, havendo reincidência, poderá ser aplicada nova multa.

ENTENDA MELHOR O CASO

O intervalo para repouso e alimentação é um direito reservado ao trabalhador pela legislação. A norma jurídica protege a higiene física e mental do trabalhador, trazendo benefícios não só para este, mas também, para toda a coletividade, pois é verdade que a prevenção da fadiga é fator diretamente relacionado com a produtividade do próprio trabalhador.

Mesmo que o trabalhador esteja com eventual promessa de pagamento de horas-extras durante o seu período de repouso e alimentação, quando assinala o registro de saída para o intervalo (ato solicitado pela própria empresa), automaticamente fica desamparado em grande parcela da proteção gerada pelas leis trabalhistas. Só volta a ser “protegido” quando registra seu retorno ao posto de trabalho.

O registro de início e término do intervalo para repouso e alimentação gera uma prova jurídica, já que os dados do cartão ponto são comprovação da presença ou não no trabalho. Com isso, o trabalhador corre o risco da empresa, quando bem desejar, retalhar as relações e acabar não pagando a “hora-extra” prometida. Afinal, está registrado que naquele período o funcionário estava em intervalo.

Trensurb entre as maiores litigantes do RS

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O Tribunal Reginal do Trabalho da 4ª Região divulgou em seu site (http://www.trt4.gov.br/) a lista das 100 maiores empresas gaúchas com litígios. A Trensurb figura na 43ª posição, com 1062 processos. No “polo ativo” (faz a ação), a empresa é autora de 26 ações judiciais, já no “polo passivo” (sofre a ação) a mesma é reclamada em 1036 processos.

Segundo o TRT4, a relação foi enviada ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), conforme orientação do próprio órgão.

E o que esse fato nos indica? Qualidade é que não é!
Por ora, é muito bom saber que não é só o Sindimetrô que está de olho!

Processo dos Quatro níveis - Chamada Geral!

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Solicitamos o comparecimento ao Sindimetrô de todos os funcionários relacionados abaixo (confira seu RE) para tratar de assunto de seu interesse:

REs: 17, 33, 45, 71, 80, 84,86, 96, 97, 113, 121, 123, 125, 126, 131, 132, 136, 141, 142, 145, 148, 155, 156, 166, 172, 177, 179, 182, 195, 197, 202, 203, 220, 221, 223, 225, 226, 228, 229, 230, 233, 243, 244, 245, 246, 247, 249, 250, 251, 252, 254, 255, 257, 279, 282, 283, 284, 291, 297, 301, 305, 306, 314, 316, 319, 322, 331, 332, 335, 336, 340, 343, 344, 346, 353, 356, 357, 360, 365, 366, 368, 370, 373, 374, 376, 377, 379, 380, 382, 383, 384, 385, 386, 387, 390, 393, 396, 397, 398, 399, 404, 405, 406, 407, 410, 411, 414, 415, 416, 417, 420, 428, 431, 432, 436, 437, 441, 444, 445, 458, 460, 471, 479, 480, 483, 492, 495, 496, 499, 500, 502, 513, 514, 516, 518, 521, 522, 525, 527, 529, 532, 533, 537, 539, 40, 541, 542, 543, 544, 545, 546, 547, 548, 549, 551, 552, 554, 556, 560, 561, 562, 576, 577, 581, 584, 585, 587, 590, 592, 595, 611, 613, 614, 615, 619, 621, 622, 624, 626, 630, 631, 634, 637, 638, 643, 645, 646, 647, 652, 655, 656, 660, 665, 667, 668, 671, 681, 684, 690, 696, 699, 709, 723, 724, 730, 741, 742, 751, 752, 753, 758, 771, 777, 779, 780, 781, 782, 783, 790, 792, 793, 796, 798, 801, 802, 803, 804, 805, 808, 816, 822, 825, 827, 829, 831, 832, 834, 835, 837, 843, 846, 850, 851, 853, 854, 858, 865, 866, 867, 868, 869, 870, 871, 872, 873, 878, 880, 885, 887, 888, 889, 896, 897, 898, 899, 902, 906, 908, 909, 912, 913, 916, 919, 923, 926, 932, 937, 944, 949, 952, 953, 956, 957, 958, 959, 961, 963, 966, 967, 969, 972, 975, 978, 981, 983, 1000, 1014, 1018, 1023, 1029, 1032, 1035, 1037, 1044, 1051, 1052, 1053, 1055, 1056, 1057, 1060, 1067, 1068, 1069, 1070, 1070, 1075, 1076, 1079, 1082, 1085, 1087, 1087, 1089, 1091, 1094, 1096, 1098, 1105, 1107, 1109, 1111, 1112, 1113, 1114, 1115, 1116, 1120, 1121, 1122, 1123, 1126, 1127, 1129, 1130, 1131, 1138, 1139, 1145, 1152, 1155, 1157, 1160, 1161, 1163, 1164, 1167, 1169, 1172, 1173, 1176, 1184, 1187, 1188, 1189, 1195, 1196, 1197, 1201, 1206, 1207, 1211, 1213, 1215, 1217, 1219, 1221, 1233, 1234, 1236, 1242, 1246, 1248, 1249, 1252, 1255, 1257, 1258, 1263, 1264, 1265, 1266, 1269, 1272, 1274, 1279, 1284, 1291, 1296, 1297, 1298, 1303, 1304, 1305, 1306, 1318, 1321, 1322, 1323, 1326, 1333, 1335, 1336, 1337, 1339, 1340, 1344, 1351, 1357, 1361, 1364, 1383, 1386, 1388, 1391, 1396, 1400, 1402, 1409, 1411, 1412, 1413, 1416, 1418, 1419, 1420, 1424, 1425, 1427, 1430, 1434, 1438, 1442, 1443, 1446, 1447, 1453, 1456, 1458, 1464, 1465, 1466, 1468, 1470, 1472, 1474, 1478, 1482, 1484, 1485, 1486, 1488, 1490, 1492, 1496, 1498, 1501, 1502, 1505, 1506, 1508, 1513, 1522, 1529, 1530, 1533, 1536, 1537, 1542, 1545, 1546, 1547, 1551, 1554, 1556, 1557, 1559, 1564, 1567, 1570, 1575, 1576, 1577, 1578, 1580, 1581, 1583, 1585, 1586, 1588, 1589, 1590, 1591, 1593, 1594, 1597, 1600, 1602, 1603, 1604, 1605, 1606, 1607, 1614, 1615, 1618, 1622, 1627, 1628, 1629, 1633, 1634, 1637, 1639, 1642, 1643, 1645, 1646, 1648, 1649, 1650, 1652, 1729, 1737, 1740, 1741, 1742, 1745, 1748, 1750, 1753, 1754, 1755, 1756, 1759, 1761, 1763, 1764, 1765, 1767, 1769, 1770, 1774, 1775, 1776, 1777, 1778, 1782, 1785, 1787, 1788, 1789, 1791, 1795, 1798, 1799, 1800, 1801, 1802, 1808, 1809, 1818, 1819, 1821, 1822, 1823, 1824, 1825, 1826, 1830, 1834, 1835, 1836, 1837, 1842, 1847, 1848, 1851, 1856, 1857, 1860, 1861, 1862, 1863, 1864, 1865, 1868, 1877, 1879, 1880, 1883, 1884, 885, 1887, 2293, 2295, 2296, 2386, 2387, 2392, 2393, 2394, 2396, 2397, 2398, 2403, 2407, 2408, 2409, 2410, 2415, 2417, 2418, 2420, 2422, 2424, 2425, 2426, 2430, 2431, 2433, 2435, 2437, 2438, 2439, 2440, 2442, 2444, 2445, 2446, 2448, 2449, 2450, 2451, 2452, 2453, 2455, 2459, 2461, 2462, 2463, 2464, 2465, 2470, 2471, 2473, 2477, 2479, 2480, 2483, 2488, 2489, 2645, 2650, 2651, 2657, 2659, 2660, 2667, 2672, 2674, 2675, 2676, 2677, 2680, 2681, 2682, 2719, 2720, 2722,2734, 2735, 2738, 2741, 2744, 2752, 2757, 2758, 2760, 2762, 2763, 2764, 2765, 2766, 2770, 2771, 2815, 2816, 2817, 2818, 2829, 2830, 2836, 2840, 2841, 2843, 2846, 2847, 2857, 2859, 2860, 2868, 2869, 2873, 2874, 2875, 2878, 2882,2883, 2887, 2889, 2890, 2892, 2896, 2901, 2905, 2906, 2912, 2922, 2923, 2934, 2935, 2936, 2937, 2938, 2939, 2942, 2945, 2946, 2947, 2948, 2952, 2953, 2954, 2955 e 2959.

Trensurb ignora manutenção da via

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Não é de hoje que os problemas na Trensurb vem chamando a atenção. Volta e meia a circulação dos trens é prejudicada por diversos problemas. Essa situação vem de longa data, sendo que o agravo de maior importância data do dia 11 de maio do ano passado (foto), quando houve a destruição parcial da rede aérea ao norte da Estação Petrobrás e, até o momento, não existe uma causa definida.

Nos últimos 20 dias houve várias ocorrências resultantes em paradas de trens ao longo da via durante a operação comercial. No último dia 15 de abril (quinta-feira), a situação piorou com a operação em via singela (trafêgo em uma única via), ocasionando atrasos e problemas de toda ordem aos usuários. Pelo menos dessa vez, o motivo foi encontrado: houve o rompimento do cabo de aterramento.

Essa sequência de problemas nos equipamentos revela a forma despreocupada com que a direção da empresa atua com relação a manutenção.

Será que isso é reflexo da terceirização na manutenção e/ou da falta de fiscalização?

17 de março de 2010

Sindimetro chama Assembleia Geral Extraordinária

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Cooperativa Habitacional Sepé Tiaraju - Uma conquista ou um problema?

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Depois que o Sindimetrô sofreu uma penhora on-line em fevereiro, referente ao processo da Cooperativa Habitacional Sepé Tiaraju, nosso advogado marcou uma segunda reunião com o advogado do condomínio para o dia 17 de março, sendo que na primeira reunião os mesmos não compareceram.
Pelos contatos até o momento, o condomínio não mostra interesse algum em pagar a dívida nem mesmo em parcelá-la. São 22 condôminos e se fosse feita uma chamada extra, e uma proposta de parcelamento da metade da dívida, o valor ficaria em torno de R$ 100 (cem reais) por morador em vinte vezes. Acreditamos não ser tão difícil arcar com esse pagamento, sendo que a dívida é inteiramente do condomínio. Mesmo assim, o Sindicato arcaria com a outra metade parcelada, pois no processo fomos considerados réus solidários.
Gostaríamos de salientar que, em uma Cooperativa construída para benefício dos metroviários, é irônico ver que hoje são poucos os que moram lá.

2 de março de 2010

Auditoria interna

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O pedido de auditoria interna das contas entre os anos de 2006 e 2008, feito através de Assembleia Geral realizada no dia 22 de outubro do ano passado, está em fase preliminar. Nessa primeira fase, entramos em contato com uma empresa de auditoria para um levantamento prévio dos documentos necessários (os disponíveis e os que estão faltando) para a avaliação das contas em questão.

Além do contato com esse primeiro profissional, solicitaremos a visita de outros; não só pela questão de pesquisa orçamentária do serviço, mas pela busca de informações. Assim que todos os dados forem levantados e devidamente analisados, o Sindimetrô chamará uma Assembleia Geral Extraordinária para aprovação ou não da pauta pela categoria.

Processo Sird

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Na manhã de ontem, através de audiência entre o sindicato e a Trensurb, a juíza do Trabalho, Drª. Valdete Souto Severo, marcou para o dia 30 de março o julgamento da reclamatória do Sindimetrô de que a empresa descumpriu a cláusula 75ª do Acordo Coletivo de Trabalho do ano de 2005.

A empresa, representada Srª. Rosemari Souza Stieven e da advogada, Drª. Gladis Santos Becker, afirma que a negociação para a aprovação do SIRD é irrelevante, pois a empresa não tem obrigação de fazer. Isso demonstra que a Trensurb desconsidera a claúsula que diz:

Cláusula Décima Sexta (ACT 2007/2009) - SISTEMA DE REMUNERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO - A TRENSURB compromete-se a continuar os estudos relativos à revisão do SIRD (Sistema de Remuneração e Desenvolvimento), visando o aperfeiçoamento do mesmo, inclusive no que tange a confecção do instrumento de avaliação para promoção por merecimento que se baseará em normas e instrumentos de avaliação objetivos, considerando as rotinas práticas de trabalho, mantendo assegurada a participação efetiva da Categoria Metroviária neste processo.

Ressaltamos que o descumprimento da cláusula 75 (atual 16ª do ACT) se deu porque a empresa estaria negociando com o sindicato, o que não é verdadeiro.

A cláusula 75ª do atual ACT prevê multa por descumprimento de decisão normativa, que contenha obrigação de fazer, sujeita o empregador ao pagamento de multa em valor equivalente a 5% (cinco por cento) do maior piso salarial da categoria, por empregado atingido e em benefício do mesmo, desde que a Cláusula não possua multa específica ou não haja previsão legal a respeito.

18 de dezembro de 2009

Sindimetrô e Trensurb fazem reunião para tratar de Plano de Saúde

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Na tarde dessa sexta-feira dirigentes do Sindimetrô e da Trensurb estiveram reunidos para tratar sobre os Planos de Saúde Pós-Pago e Pré-Pago da Unimed.

Foi informado pela direção da empresa que após duas prorrogações consecutivas de seis meses cada do plano pós-pago, a Unimed informou que não tem interesse em prestar mais este modelo de Plano de Saúde.

A Trensurb informou também que realizou licitação para um plano no padrão da Unimed, sendo que somente uma empresa demonstrou interesse, mas a mesma não preencheu os requisitos básicos para habilitar-se na licitação.

A Trensurb também informou que o Plano Pré-Pago foi reajustado em 10% mediante a negociação com a Unimed. Informou ainda que o mesmo deveria ter sido reajustado em 24% devido a frequência de uso.

Por solicitação do Sindimetrô, a TRENSURB concordou em criar uma comissão específica para o assunto “Unimed” agendando uma reunião para o dia 22 de dezembro de 2009 para discutir uma nova proposta menos onerosa financeiramente aos titulares e dependentes atuais e futuros do plano Pré-Pago Unimed.

16 de dezembro de 2009

Cartilha ensina a identificar "Assédio Moral" no trabalho

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A Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS) lançou, no ano de 2007, a cartilha “Assédio Moral no Trabalho – Reaja e Denuncie”. Trata-se de um material muito rico em especificações da relação de trabalho entre chefias e subordinados. Pesquisadores apontam que, entre muitas situações de assédio moral, a mais frequente é aquela em que um superior agride um subordinado.



O agressor, geralmente, julga-se superior em todos os sentidos com relação às outras pessoas; é dotado do sentimento de grandeza e tem necessidade de ser admirado e aprovado; critica as falhas dos demais, mas não aceita ser contestado. Com esse comportamento busca encobrir as próprias deficiências.



Características da chefia que comete o crime do Assédio Moral:

- Tem senso grandioso da própria importância;

- é absorvido por fantasias de sucesso ilimitado, de poder;

- acredita ser “especial” e singular;

- tem excessiva necessidade de ser admirado;

- pensa que tudo lhe é devido;

- explora o outro nas relações interpessoais;

- não tem a menor empatia;

- inveja muitas vezes os outros;

- dá provas de atitudes e comportamentos arrogantes.



Na obra “O Assédio Moral no Direito do Trabalho”, a juíza do Trabalho em Minas Gerais, doutora em Direito pela Universidade de Paris II, Martha Halfeld Furtado de Mendonça Schmidt, enumera as características que definem o perfil do assediador, baseado em observações de trabalhadores:



1 – Profeta: Considera como missão demitir indiscriminadamente os trabalhadores para tornar a máquina mais enxuta. Para ele demitir é uma “grande realização”. Gosta de humilhar com cautela, reserva e elegância.



2 - Pit-bull: Humilha os subordinados por prazer, é agressivo, violento e até perverso no que fala e em suas ações.



3 – Troglodita: É uma pessoa brusca, que sempre tem razão. As normas são implantadas sem que ninguém seja consultado, pois acha que os subordinados devem obedecer sem reclamar.



4 - Tigrão: Quer ser temido para esconder sua incapacidade. Tem atitudes grosseiras e necessita de público para conferi-las, sentindo-se respeitado pelo temor que tenta incutir aos outros.



5 - Mala-babão: Bajula o patrão e controla cada um dos subordinados com “mão-de-ferro”. Também gosta de perseguir aos que comanda.



6 - Grande Irmão: Finge que é sensível e amigo dos trabalhadores. Quer saber dos problemas particulares de cada um para depois manipular o trabalhador, usando o que sabe para assediá-lo.



7 – Garganta: Vive contando vantagens – apesar de não conhecer bem o seu trabalho – e não admite que seus subordinados saibam mais que ele.



8 - Tasea (“tá se achando”): Confuso e inseguro, não sabe como agir em relação às demandas de seus superiores. Não tem clareza de seus objetivos, dá ordens contraditórias. Se algum projeto ganha os elogios dos superiores ele apresenta-se para recebê-los, mas em situação inversa responsabiliza os subordinados pela “incompetência”.



VOCÊ CONHECE ALGUÉM ASSIM?

1 de dezembro de 2009

Sindimetrô alerta população para o atraso de obras na Estação Mercado

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Na tarde dessa sexta-feira os dirigentes do Sindimetrô/RS realizaram um movimento em desagrado ao aniversário de dois anos de atraso na entrega da reforma da Estação Terminal Mercado da Trensurb. Houve gritos de ordem e distribuição de bombons com alerta sobre o assunto aos usuários do sistema metroviário.