25 de fevereiro de 2011

Sindimetrô convoca Assembleia Geral Ordinária

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O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários e Conexas do Estado do Rio Grande do Sul, por seu presidente, convoca todos os associados para Assembleia Geral Ordinária a ser realizada no auditório da entidade - Rua Monsenhor Felipe Diehl, n°.: 48, nesta Capital, em 03 de março de 2011 (quinta-feira), às 15h45 em primeira chamada e às 16h15min em segunda e última chamada.

ORDEM DO DIA:

- Apresentação do relatório da auditoria
- Encaminhamentos

Renato José Schuster
Presidente Sindimetrô/RS

Sindimetrô convoca Assembleia Geral Extraordinária

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O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários e Conexas do Estado do Rio Grande do Sul, por seu presidente, convoca todos os associados para Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no auditório da entidade - Rua Monsenhor Felipe Diehl, n°.: 48, nesta Capital, em 03 de março de 2011 (quinta-feira), às 14h em primeira chamada e às 14h30min em segunda e última chamada.

ORDEM DO DIA: Regimento interno do 8° Congresso dos Metroviários do RS

Renato José Schuster
Presidente do Sindimetrô/RS

20 de fevereiro de 2011

Enquanto os metroviários são demitidos...

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...a lentidão nos serviços feitos por empresas contratadas para reformas e manutenções de equipamentos nas estações não fazem parte da pauta da direção da Trensurb.

Especialmente a Mercado (a mais movimentada do sistema), os tapumes tomam conta do cenário e subtraem um serviço essencial para a locomoção dos usuários, dificultando a própria logística de dispersão do público em horários de pico.

A preocupação da empresa é tão grande no projeto de esvaziamento dos setores, que a qualidade dos serviços prestados estão ficando em segundo plano.

18 de fevereiro de 2011

Trensurb continua ignorando categoria

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A Trensurb está evitando qualquer tipo de diálogo com os representantes da categoria. Conforme publicado na edição número 80 do “Boletim da Reconstrução”, a primeira reunião que ocorreria na segunda-feira (14/02) para discutir as demissões não saiu. Procurada, a direção da empresa alegou não ter marcado nada. Porém, esse primeiro encontro ficou estabelecido através de contatos mediados pela Assembleia Legislativa, na figura do deputado Raul Carrion (PCdoB). O encontro que deu origem a marcação dessa reunião também contou com a presença de diretores do Sindimetrô, do Sintec, do Senge, além do próprio Marco Arildo.

Com a desistência da empresa da reunião, o sindicato solicitou um novo encontro para ontem (17/02) e a empresa adiou para a próxima segunda-feira (21/02). É extremamente irritante e desrespeitoso com a categoria esse tipo de atitude. Aliás, esse comportamento já está virando rotina. Toda vez que o sindicato solicita precisa entrar em contato com a empresa é a mesma novela. Infantilidade não tem espaço dentro do ambiente profissional. Nada, nem mesmo a oposição as idéias da empresa, justificam a falta de diálogo com o sindicato. Formalmente somos responsáveis pela representatividade de um grande número de funcionários da Trensurb que merecem todo o respeito.

Fora a Trensurb, o Sindimetrô tem tido um grande respaldo na busca por apoio na luta contra as demissões. A iniciativa de expandir a discussão entre os parlamentares na Assembleia Legislativa nos abriu um importante espaço para que as nossas reivindicações sejam ouvidas por quem também pode pressionar a empresa. A credibilidade da categoria segue inabalada frente a todas as ramificações da sociedade (imprensa, política, formadores de opinião...).

A luta continua e está cada vez mais forte. A visibilidade de nossas reivindicações aumenta a cada erro cometido por nossos opositores.

Sejamos fortes. Afinal, quando os bons desistem o mal triunfa!



A cláusula 30ª do ACT prevê estabilidade ao pré-aposentado.

“Fica assegurada a estabilidade no emprego, pelo período de 12 (doze) meses anteriores a aquisição do direito a aposentadoria voluntária e/ou por idade, ao empregado que trabalhe há mais de 5 (cinco) anos na empresa e desde que comunique o fato formalmente ao empregador”.

Veja bem, “comunicar” não é o mesmo que dar entrada ao processo de aposentadoria. Tem gente na empresa que está se equivocando e tomando atitudes contrárias ao que foi estabelecido no ACT.

17 de fevereiro de 2011

Alstom e Siemens teriam feito acordo no DF, diz fonte

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Em Brasília, a Alstom e a Siemens teriam feito acordos durante a disputa pela obtenção dos serviços de manutenção do Metrô, segundo a testemunha F., contatada pelo Portal R7, que afirma ter acompanhado de perto contratos firmados pelas duas multinacionais com empresas públicas. F., que se mantém no anonimato, é autor de denúncias encaminhadas ao Ministério Público de São Paulo e à Siemens na Alemanha.

Dois engenheiros da Alstom, Luis Antonio Taulois da Costa e Ben-Hur Coutinho Viana de Souza - que depois passaram a trabalhar para a Siemens -, também teriam ajudado técnicos do Metrô de Brasília a escrever o edital de licitação de um contrato de manutenção, de acordo com a testemunha.

Testemunha desvenda esquema de proprina

Contratos seriam parte de esquema

- O edital foi escrito de uma forma a assegurar à empresa uma pontuação máxima e, com isso, uma vitória independentemente do preço dos concorrentes, afirma.

De acordo com F., somente os dois técnicos da Alstom que trabalhavam no projeto, Taulois e Souza, poderiam atender às exigências do edital. Os dois se tornaram depois gerentes do consórcio Metroman - formado pela Siemens e pela Serveng-Civil -, responsável pelo fornecimento de materiais para o sistema metroviário do Distrito Federal.

A Siemens negou ter feito contrato em parceria ou consórcio com concorrente para a manutenção de metrôs, “em particular o Metro de Brasília”. O consórcio para a construção do metrô de Brasília foi liderado pela Alstom.

A Alstom afirmou em um comunicado que segue “um rígido código de ética, definido e implementado por meio de sérios procedimentos, de maneira a respeitar todas as leis e regulamentações mundialmente”. A empresa disse que está colaborando com as investigações e “até o momento, as suspeitas de irregularidades em contratos não foram comprovadas e não estão embasadas em provas concretas”.

Já o Metrô-DF afirmou, em nota, que desconhece as irregularidades apontadas e que "a licitação foi acompanhada em todas as suas etapas pelos órgãos de controle externo, em especial o Tribunal de Contas do Distrito Federal". Veja a íntegra da nota:

"O Metrô-DF desconhece as supostas irregularidades apontadas anonimamente pela reportagem do Portal R7 e, ressalta que:

- O processo de licitação para a manutenção do Metrô-DF (transcorrido em gestão anterior), seguiu a modalidade de licitação de concorrência pública tipo técnica e preço, sendo que no primeiro aspecto as duas empresas finalistas receberam a pontuação máxima;

- No quesito preço, o consórcio Metroman apresentou a melhor proposta (menor preço), vencendo então a licitação;

- A licitação foi acompanhada em todas as suas etapas pelos órgãos de controle externo, em especial o Tribunal de Contas do Distrito Federal;

- O consórcio Metroman vem atendendo satisfatoriamente todas as demandas de manutenção apresentadas pelo Metrô-DF.

Coordenação de Comunicação do Metrô-DF"



ISSO, MEUS AMIGOS, É A TERCEIRIZAÇÃO!

Propostas para Pauta do Acordo Coletivo 2011

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De hoje até o dia 08 de março o Sindimetrô estará recebendo propostas para integrar a Pauta de Reivindicações para nosso próximo Acordo Coletivo. Todas as sugestões deverão ser enviadas através da internet na página www.campanha.sindimetrors.org

O material enviado será apresentado em Assembléia Geral específica para aprovação que ocorrerá, provavelmente, no dia 11 de março do corrente ano.

Esse é o segundo ano que o sindicato utiliza a internet como ferramenta principal na construção da Pauta. O objetivo é democratizar o acesso e a participação da categoria; além de economizar papel, impressão, caneta etc. Com isso, a natureza agradece.

PARTICIPE! ENVIE A SUA SUGESTÃO! É O NOSSO FUTURO EM SUAS MÃOS!

15 de fevereiro de 2011

Sindicato fecha convênio com a UNIJUÍ

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O Sindimetrô firmou convênio com a Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul, a UNIJUÍ, oferecendo desconto a partir da 2ª parcela do curso (1ª matrícula) de 10% para associados do Sindimetrô e seus dependentes. Os cursos são oferecidos pela modabilidade de Ensino à Distância (EAD).

O vestibular está marcado para o dia 24 de fevereiro. Passando nas provas, basta se dirigir ao sindicato, pegar documento coprovando que é sócio com a Diretoria de Finanças e dar encaminhamento dos documentos junto a universidade.

Contatos da UNIJUÍ Porto Alegre
Fone: (51) 3061.7901
E.mail: unidade.portoalegre@unijui.edu.br
Site: www.unijui.edu.br/vestibular
Endereço: Rua Siqueira Campos – n°: 1171 – 4º andar, Centro

Nem a Dilma tem o respeito da Trensurb

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A Trensurb está espalhando que vai dispensar aposentados e fazer a contratação de novos metroviários através do banco gerado a partir do concurso do ano passado. Pois a opinião pública está sendo enganada. A Trensurb não está demitindo somente aposentados, mas sim profissionais de carreira que há anos trabalham a finco para exercer suas funções da forma mais correta possível.

É evidente que há aposentados entre os demitidos, mas essas pessoas também são profissionais essenciais na rotina da empresa, já que são possuidores de um conhecimento ímpar na execução de suas funções e geralmente ligados a setores fundamentais, como a manutenção. A palavra “oxigenação” ganhou força no discurso dos gestores da empresa, mas é necessário frisar que a contratação e treinamento de pessoal para, quando realmente fosse necessário fazer essa “oxigenação”, nunca foi suficiente para a demanda de trabalho. A situação é bem simples:

Qual a única empresa especializada em sistema metroviário no Rio Grande? A Trensurb.

Quais são os profissionais gabaritados ao trabalho de manutenção e operação? Os metroviários.

Demitindo os metroviários, o que acontece? Ou contrata pessoal terceirizado desqualificado (afinal de contas, quem arruma um caminhão não arruma um trem!); ou contrata empresa terceirizada de fora do estado, deixando de gerar empregos para os trabalhadores da região.

DILMA TRANCOU CONTRATAÇÕES

Em uma medida para estancar o gasto público, a presidenta Dilma tomou várias medidas. Uma delas é o cancelamento de contratações em órgãos federais. Como pode Marco Arildo dizer que vai contratar pessoal, sendo que a presidenta acaba de dizer não?!

A presidente Dilma, que junto com Lula festejava a Petrobrás como uma empresa pública do Brasil e dos brasileiros, é contrariada pelos gestores da Trensurb que se adonaram da empresa e, como donos, se vêem confortáveis para vender “seu patrimônio público” no momento que bem entendem.

Mobilização contra demissões

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A série de demissões imotivadas que a Trensurb vem fazendo está sendo fortemente combatida pelos dirigentes do Sindimetrô. Ao longo da semana, tomamos diversas medidas para dar visibilidade ao caos instalado na empresa. A crise nas relações de trabalho ultrapassam todos os limites e colocam os metroviários expostos em um paredão onde o próximo abatido pode ser qualquer um.

PRINCIPAIS MOVIMENTOS

Na tarde da última terça-feira (08), dirigentes do Sindimetrô estiveram reunidos com deputados estaduais na Assembleia Legislativa para denunciar o número elevado de demissões e a falta de critérios para tal atitude. Através de um documento (imagem ao lado) assinado e protocolado pelo Sindimetrô, Senge e Sintec.; houve um requerimento de intermediação da crise empresa/trabalhadores pelo legislativo gaúcho. Representantes de todos os partidos estão a par da situação. Essa atitude leva o caso para o âmbito político, onde nossas reivindicações são compartilhadas com o respaldo dos nossos representantes eleitos.

Também na terça-feira, às 18h, houve uma reunião entre a direção da Trensurb, que foi representada pelo seu presidente Marco Arildo Prates da Cunha e o chefe do Gabinete da Presidência, Carlos Augusto Belolli de Almeida; dirigentes sindicais do Sindimetrô, Senge e Sintec e o deputado Raul Carrion (PCdoB), representando o parlamento gaúcho.

Nesse primeiro encontro foi acordada a suspensão, por 15 dias, das novas demissões previstas pela empresa. Também foram readmitidos três funcionários. Porém, Marco Arildo demitiu mais três trabalhadores ontem, quebrando o que foi acordado no encontro de terça-feira.

As negociações entre os sindicatos e a Trensurb terá a primeira reunião na próxima segunda-feira, dia 14, onde serão discutidos meios de se contornar a crise.

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Nossos boletins e relises estão sendo repassados a todos os meios de comunicação de Porto Alegre e Região Metropolitana. Além do contato por e.mail, ligamos para as redações (rádio, TV e jornal impresso) e falamos diretamente com os responsáveis. A tendência é publicar as novidades que formos enviando conforme o interesse das linhas editoriais e editores. Um desses contatos foi estabelecido com o Diário de Canoas, que recebeu nossos dirigentes sindicais na sexta-feira à tarde. Portanto, a divulgação na mídia está sendo feita de forma ostensiva para que toda a sociedade tenha conhecimento do momento vivido pela categoria metroviária.

METROVIÁRIOS: PRECISAMOS DE VOCÊ!

A responsabilidade de mobilizar a categoria é do sindicato e das ferramentas que possui. Estamos fazendo todo o possivel e precisamos da sua ajuda. Tenha em mente que o seu emprego é a sua vida. Com ele você pode construir boa parte dos seus projetos de vida. Não deixe que o tirem gratuitamente de você. Mobilize-se, venha para o sindicato, traga sua ideia, ofereça novas formas de reivindicar e lute, lute muito pelo seu emprego!

4 de fevereiro de 2011

Reunião frustrante com direção da empresa

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ARGUMENTAÇÕES DE DIRETORES SINDICAIS SÃO IGNORADAS E EMPRESA VAI SEGUIR DEMITINDO

No inicio da noite de ontem (04/02) representantes do Sindimetrô, Senge e Sintec procuraram a direção da Trensurb para tentar entender a razão da demissão em massa ocorrida essa semana. Os diretores sindicais foram atendidos na sala da presidência pelo próprio Marco Arildo que garantiu não voltar atrás e que as demissões vão continuar. Arildo deu as suas explicações sobre os critérios para haver tantas demissões. Para nós a única explicação é a terceirização. No nosso entendimento, até mesmo a demissão de alguns funcionários aposentados é imotivada, visto o déficit no quadro e a necessidade que a empresa apresenta na preservação de profissionais gabaritados ao desempenho de funções específicas ao sistema metroviário.

A Trensurb está esvaziando os setores para privatizar a empresa. Collor e FHC voltaram com força máxima na figura do petista Marco Arildo que manda e desmanda dizendo ter o apoio do Governo Federal. A categoria metroviária não aceitará calada mais este ato de truculência administrativa.

O Sindimetrô articulará todos os meios a sua disposição para denunciar e reverter esta atrocidade cometida contra os trabalhadores. Para isto, precisará da mobilização da categoria para impedir que o próximo demitido injustamente seja você.

ENFRENTAMOS A DITADURA; LUTAMOS POR ELEIÇÕES DIRETAS; FOMOS PEGOS PELA INFLAÇÃO; FOMOS TRAÍDOS POR COLLOR E FICAMOS DE CARA PINTADA PARA UM NOVO BRASIL; VIMOS AS PRIVATIZAÇÕES DE FHC E BRITTO... MAS MESMO ASSIM TÍNHAMOS RESPEITO!

HOJE MARCO ARILDO SUPEROU TUDO ISSO E ESCREVE O CAPÍTULO MAIS CONTURBADO DA HISTÓRIA METROVIÁRIA GAÚCHA!

Trensurb demite em massa

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DIREÇÃO DITA “SOCIALISTA” DEMITE MAIS DE 20 FUNCIONÁRIOS SEM EXPLICAÇÃO

Quando a gente pensava que as coisas não poderiam ficar piores, ficou! De uma forma cruel e despropositada, a direção da Trensurb demitiu inadvertidamente mais de 20 funcionários sem a mínima explicação. O Sindimetrô, desde o inicio da semana, tem recebido trabalhadores desesperados e ainda sedentos por explicações sobre o que está acontecendo e o porquê de tantas demissões, já que é sabido que a empresa tem um número reduzido de profissionais em todas as áreas e que nada fizeram de errado para merecer a exoneração de seus cargos.

Um dos setores mais atingidos com as demissões foi o de sinalização (Sesin). Trata-se de um dos mais importantes da área operacional, já que lida diretamente com a segurança e a sinalização do sistema. Não faz muito, o Sindimetrô, o Senge e o Sintec realizaram um movimento, entregando uma carta aberta aos usuários dando conta de que a terceirização no setor era eminente. O que está ocorrendo é uma verdadeira limpa nos setores em que a empresa tem o desejo de terceirizar os serviços.

Desde quando o ex-metroviário Marco Arildo Cunha assumiu a presidência da Trensurb, por incrível que pareça (visto a antiga ligação com a categoria e o passado sindical do mesmo), a relação de trabalho entre metroviários e empresa vem se tornando insustentável.

Essa afirmação é fruto da observação que a categoria vem fazendo sobre um trabalho muito forte desenvolvido em cima do desmantelamento dos setores com demissões e terceirizações, da distribuição desregrada de cargos comissionados entre funcionários escolhidos a dedo (uma espécie de cala a boca), o corte de relações institucionais entre empresa e sindicato etc. Esses e muitos outros fatores vêm não só formar uma base de sustentação do poder nas mãos de Arildo e Cia, mas serve também como estopim para uma inegável desmotivação da categoria, já que ela vê todas as suas bandeiras de luta sendo derrubadas por aqueles que, um dia, ajudaram a levantar. Isso sem falar que, hoje, a sociedade como um todo é menos aberta ao diálogo e a proteção do bem público.

O relacionamento entre os funcionários e a direção da empresa vem piorando gradativamente. Entre tantos motivos, um deles é o fato de que a atual gestão sindical é independente e não se dispõe a seguir os desígnios da empresa. Quando o sindicato voltou a ter a função de proteger o trabalhador e seus direitos, isso gerou muita irritação na direção da empresa que estava confortavelmente instalada e, agora, tem oposição firme e forte.

METROVIÁRIO, A LUTA ESTÁ AÍ!
TU VAI LUTAR COM A GENTE OU ESPERAR SER DEMITIDO?!

25 de janeiro de 2011

Informe sobre uniformes vestiários...

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Colegas solicitaram ao sindicato a busca por maiores informações sobre a adoção de uniformes no SEOPE e as condições que a empresa iria oferecer para guardar materiais e um local adequado para a troca de roupa.

Segundo informações repassadas pela empresa ao Sindimetrô, estão sendo providenciados armários e vestiários para que o pessoal possa se trocar e guardar seus uniformes e demais pertences nas estações.

Alguns estão insatisfeitos com a adoção de uniforme. Mas se a empresa cumprir o que promete não há nada que contradiga a adoção do mesmo.

Na verdade, não há nenhuma obrigação do uso dos uniformes, mas trata-se de uma conduta implícita no sistema organizacional do empregador que vê nessa ação uma forma de mostrar organização e identificação da atividade laboral do seu empregado, estando este subordinado ao cumprimento dessas determinações, enquanto no curso da jornada de trabalho, previsto no artigo 4º da CLT.

A obrigação do uso de uniformes, por si só, é uma determinação do empregador que não caracteriza violação à liberdade pessoal do empregado. Agora, se o empregador exige do empregado uso de “um determinado tipo de uniforme” que venha a ridicularizar ou expor a vexame o empregado, ferindo sua personalidade e sua intimidade, configura-se o abuso e a violação da liberdade pessoal do empregado.

Devolução de Imposto Sindical

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DIRETORIA CUMPRE PROMESSA DE CAMPANHA!

Neste mês, o Sindimetrô está depositando na conta de seus associados a devolução de 60% do Imposto Sindical.

Alguns filiados contribuíram para outro sindicato. Sendo assim, não serão contemplados.

Os filiados que tinham débitos de mensalidades e que não foram descontadas no inicio da gestão (dezembro de 2008 e janeiro de 2009) terão estes valores descontados.

O Sindimetrô tem a iniciativa de devolução, por acreditar que a entidade deve manter-se no compromisso da categoria em fazer a contribuição mensal e não com a cobrança anual compulsória.

O sindicato só é forte se a categoria for comprometida. Agradecemos a paciência pela demora na devolução, que só ocorreu por motivos burocráticos.

Aproveitamos, também, para conclamar aos não filiados a se filiarem. Venham até o sindicato acompanhar o trabalho que é desenvolvido diariamente.

Não é possível viver só de ideias. Nossa instituição presta um serviço essencial no equilíbrio de forças entre categoria e empresa. Todas as nossas ações são baseadas no bom senso e no entendimento de que o trabalhador deve ser respeitado e valorizado sempre. Mas também há a necessidade de que todos se conscientizem que essa luta demanda apoio financeiro. Afinal de contas, o sindicato possui uma grande lista de gastos e não tem como se manter sem a ajuda daqueles que se beneficiam diretamente das suas ações. Cobre, mas também ajude!

Obs: Para maiores informações sobre aqueles que tiverem descontos, procurar a secretária de Finanças do sindicato, Adriane Fernandis, na sede do Sindimetrô ou no fone (51) 3374-4200.

CATEGORIA UNIDA
SINDICATO COMBATIVO!

27 de dezembro de 2010

Resumão do ano de 2010

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CONCURSO – Durante as provas do concurso realizado pela Trensurb, na primeira quinzena fevereiro, a categoria se mobilizou e foi aos locais das provas entregar aos candidatos panfletos com um breve histórico do sindicato e um convite para conhecer o trabalho desenvolvido na instituição. Mesmo sabedor de que muitos não se tornariam nossos colegas, pela eliminação natural quando da avaliação final das provas, o intuito foi de divulgar a imagem e o trabalho do Sindimetrô/RS; que é um balizador importante na qualidade da prestação de serviços metroviários na Região Metropolitana de Porto Alegre.

PESQUISA – Ainda em fevereiro, a empresa divulgou mais uma Pesquisa de Satisfação apresentando um índice de 93% de aprovação dos usuários sob os serviços do metrô. Há muito tempo esse indicador não baixa dos 90% e isso é algo que nos orgulha muito, pois é a comprovação de que o nosso trabalho é bem feito. Mas há de se dizer que os 100% ainda não foram alcançados porque boa parte do patrimônio físico da empresa está obsoleto, o que dificulta a realização de muitas ações na melhoria do atendimento. Em 2011 faremos uma pesquisa de satisfação do trabalhador com relação à empresa!


CAMPANHA – No dia 26/02 iniciou as discussões envolvendo a “Pauta de Reivindicações” para a construção da “Campanha Salarial”. Em 2010, o sindicato apresentou uma nova forma de contribuição dos metroviários para a redação das propostas: que foi o uso da internet para a comunicação. A idéia foi de poupar tempo, papel, tonner, caneta... A participação da categoria foi enorme e muito rica em conteúdo. Obviamente o contato direto também existe. Procure o sindicato se assim desejar!


MULTA 1 – A Trensurb foi multada, na segunda quinzena de março, no valor de R$ 5.000,00 pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego por não permitir que os trabalhadores das estações (especialmente São Pedro, Aeroporto, Anchieta, Fátima, São Luis, Petrobrás e Luis Pasteur) usufruíssem o direito ao intervalo de repouso e alimentação. A SRTE recebeu denúncia do Sindimetrô em dezembro de 2009 e, em fevereiro de 2010, a mesma foi reiterada. Após os apelos do sindicato, foi designado um auditor do Ministério do Trabalho para realizar vistorias e averiguações, constatando a veracidade das irregularidades. Havendo reincidência, poderá ser aplicada nova multa.


MULTA 2 – No dia 30 de março a Justiça do Trabalho concedeu uma importante vitória para a categoria, onde a Trensurb foi condenada pagar multa de R$ 257,16 por empregado atingido e em benefício do mesmo, por descumprimento da cláusula 75ª do Acordo Coletivo de 2005; que prevê a participação da categoria no processo de construção do Sistema de Remuneração e Desenvolvimento (SIRD). Essa mesma cláusula é mantida no atual ACT e, tanto no Acordo de 2005 como o atual, é prevista multa caso haja descumprimento. O pagemento ainda não foi pago porque a empresa recorreu.


METIDO A MÉDICO – Em abril, durante mais uma represália aos trabalhadores metroviários, a empresa promoveu o episódio da fiscalização dos atestados médicos dos trabalhadores. Esta imoralidade, implantada aos poucos, obriga o funcionário a buscar um “carimbo” do chefe em sua prescrição. No entanto, a empresa é obrigada a receber o atestado apenas com a assinatura do médico, que é o responsável técnico e legal para diagnosticar e atestar doenças. O “carimbo” do chefe nada mais é uma forma de intimidar o funcionário. Vergonha!


IMAGEM NEGATIVA – Também em abril, o Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região divulgou em seu site (www.trt4.jus.br) a lista das 100 maiores empresas gaúchas com litígios. A Trensurb figura na 43ª posição, com 1062 processos. No “pólo ativo” (faz a ação), a empresa é autora de 26 ações judiciais. No “pólo passivo” (sofre a ação) a mesma é reclamada em 1036 processos. Segundo o TRT4, a relação foi enviada ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), conforme orientação do próprio órgão.



BEM-VINDOS – Em maio, os novos concursados da área operacional começaram a trabalhar. Antes de ir para os postos de trabalho, eles tiveram uma palestra de apresentação da empresa e das rotinas nas estações. Na oportunidade, o sindicato teve um bate-papo de aproximadamente duas horas com os novos colegas, que tiveram um primeiro contato com o trabalho desenvolvido no sindicato e as principais lutas que a categoria enfrenta. Foram tiradas dúvidas sobre dissídio, Acordo Coletivo, Pauta de Reivindicação, benefícios... Também deixamos claro o papel de escudo desenvolvido pelo sindicato para a proteção do trabalhador, onde a busca pela manutenção e expansão de direitos é constante.


COMUNICAÇÃO – O sindicato lançou, no inicio de maio, material gráfico preparado especialmente para a Campanha Salarial 2010. Em ano de Copa, a proposta foi o futebol. Na imagem ao lado, você pode observar o adesivo de peito que foi distribuído entre os metroviários. Também foi confeccionado cartazes, impressos em formato A3, disponíveis para todos os trabalhadores que deram um precioso apoio a nossa Campanha.



BATIDA DO MARTELO – Em Assembleia Geral Extraordinária realizada no dia 28 de julho a categoria resolveu aceitar a proposta oferecida pela Trensurb para o Acordo Coletivo. Porém, a assinatura só ocorreu no dia 1° de setembro após a empresa tentar mudar o texto final do ACT. Por conta disso, a categoria quase entrou em greve durante a Expointer.

Veja abaixo os principais pontos do Acordo Coletivo:

* Prazo de vigência: um ano.
* 5,26% de reajuste salarial, índice este estendido a todas as cláusulas econômicas, com exceção da relativa ao ticket alimentação.
* Reajuste no ticket alimentação de 10,5%, a contar de maio/2010.
* No ticket alimentação, pagamento retroativo de maio de 2009 a abril de 2010 no índice de 8,45% sobre o valor do ticket de maio de 2009.
* Desistência dos recursos interpostos pela Trensurb e Sindicato do julgamento do Dissídio Coletivo do ano passado.
* Desistência do julgamento do desconto de dias parados na greve de 2009. Compensação das horas não trabalhadas após estudo realizado por grupo de trabalho paritário.
* Manutenção do adicional noturno em 50% para os funcionários antigos e 20% para aqueles que ingressaram após a publicação da Resolução nº 9 de 1996.
* Manutenção das atuais escalas de trabalho. Formação de grupo de trabalho paritário para estudo das escalas de trabalho.


AUDITORIA – Em agosto, a categoria escolheu a empresa Levi Auditores para realizar Auditoria Interna no sindicato. O valor do serviço foi orçado em R$12.000,00 (doze mil reais), parcelados em quatro vezes de R$ 3.000,00 (três mil reais). A “Levi” está fazendo um levantamento detalhado de todas as movimentações financeiras do Sindimetrô entre os anos de 2006, 2007 e 2008. A realização dessa auditoria foi solicitada em Assembleia Geral Ordinária realizada no dia 22 de outubro de 2009, considerando que o Conselho Fiscal não aprovou as contas da gestão passada.


TERCEIRIZAÇÃO – Em dezembro, o Sindimetrô (juntamente com Senge e Sintec) encabeçou ação/denúncia contra a Trensurb pelo processo de terceirização na Sesin. Além da denúncia feita junto ao Ministério Público do Trabalho, houve distribuição de material aos usuários, publicação no blog e distribuição de textos à imprensa.

Perspectivas 2011

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A luta continua!

Mais uma vez teremos de mostrar unidade e força para que as nossas reivindicações possam ser ouvidas, negociadas e aceitas de forma harmônica aos interesses da categoria. Teremos novamente o embate com a empresa na busca da preservação de nossos direitos, assim como na expansão deles. A “Gestão da Reconstrução” não irá fugir da responsabilidade de pressionar quem tiver que for para que haja o estabelecimento da justiça nas relações de trabalho dentro da Trensurb. A valorização profissional, pessoal e financeira do metroviário mais uma vez terá destaque entre nossas bandeiras que também prevê o combate a terceirização, o não as demissões, o sim ao concurso público etc.

Atenção aos aposentados

Em 2011 continuaremos adotando um atendimento especializado aos metroviários aposentados ou aos que estão para se aposentar. Passados mais de 25 anos, muitos metroviários já não preservam o mesmo fôlego de outrora. Existe um número considerável de colegas que disseram ou estão por dizer adeus a Trensurb. Isso exige um serviço especializado, afinal de contas, auxliar o metroviário aposentado também é função do Sindimetrô.

Participação dos metroviários

Todos os metroviários (antigos e recém chegados) estão convidados a participar de forma mais direta da vida sindical. Todos devem se sentir a vontade para procurar nossa sede e discutir as pautas, divulgar ideias, procurar ajuda jurídica, conhecer as secretarias e seus secretários etc. O futuro do Sindimetrô depende do engajamento e da mobilização dos da categoria na luta pela preservação e manutenção dos direitos adquiridos por mais de 25 anos de luta. Aos novos contrtados, procurem também os colegas mais velhos que há anos vivem a luta sindical. Lutem conosco. É para o seu próprio bem!

Aniversário do Sindimetrô

O ano que se inicia marca um momento muito feliz para a história da categoria. No dia 09 de abril de 2011 vamos comemorar os 25 anos de existência “formal” do nosso Sindimetrô. Na mesma data aí de cima, só que em 1986, os trabalhadores metroviários recebiam das mãos do ministro do Trabalho, Sr. Almir Pazzianotto Pinto, a “Carta Sindical” que deu respaldo jurídico para que Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários e Conexas do Rio Grande do Sul pudesse representar legalmente todos os metroviários e metroviárias do Rio Grande.

É importante dizer que a organização dos trabalhadores começou antes mesmo do sindicato existir aos olhos da Justiça Trabalhista. Havia uma associação profissional e, assim, muitas reuniões para discutir direitos e reivindicações antes mesmo da formalização da representação sindical. Essas práticas deram origem a formação do sindicato que completa 1/4 de século. Ao longo do ano estaremos divulgando algumas ações sobre as comemorações dos 25 anos do nosso Sindimetrô. Fique atento!

Eleições sindicais

Mais uma vez teremos a importante missão de escolher nossos representantes sindicais no final de 2011. Os próximos eleitos e/ou reeleitos terão a brava missão de administrar nosso sindicato no triênio 2012/2013/2014. A próxima gestão será responsável pelo aprofundameno da ideia de modernizar e reconstruir as relações do sindicato com seus diversos públicos (metroviários, usuários, imprensa, empresa...) e em suas diversas áreas (financeira, patrimonial, jurídica...). A eleição sindical é muito importante. Ela elege os representantes que irão lutar pelos seus direitos, além de elevar o nome da instituição via um belo processo democrático.

2010 - Um ano de resgate!

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Sem dúvida alguma, 2010 foi um ano muito positivo para os metroviários. O resgate do poder de mobilização, de união, de consciência coletiva e participativa em torno das nossas lutas e bandeiras foi muito importante para que a categoria, mais do que nunca, observe um novo horizonte e uma nova maneira de se trabalhar frente às demandas e desafios do nosso Sindimetrô.

A maior vitória, desde 2009 (quando a atual gestão assumiu) foi o poder de negociar nossas reivindicações via a redescoberta, por assim dizer, do gosto de fazer um sindicalismo limpo, com ferramentas corretas de persuasão e de pressão sob aqueles que hoje coordenam as relações institucionais da empresa. Obviamente, lamentamos o fim de uma prática que, até mesmo durante governos de direita, estabelecia o debate direto entre os representantes sindicais e os diretores da Trensurb sob assuntos pontuais envolvendo a nossa pauta de reivindicações. Hoje, os anseios dos trabalhadores e a formulação de suas propostas para verem seu trabalho ser reconhecido acabam na vala comum dos diversos outros “negócios” arbitrados por um escritório de advocacia terceirizado e sem qualquer tipo de vínculo e/ou reconhecimento da rica e combativa história da categoria metroviária.

Mesmo com o uso de diversas ferramentas para tentar diminuir o ímpeto da categoria, inclusive com a distribuição desregrada e gratuita de cargos, não tivemos em nenhum momento dúvidas de que toda e qualquer ação que poderia ser adotada para a defesa, preservação e expansão dos nossos direitos; deixaria de ser tomada.

Felizmente não há mais barreiras na relação sindicato/categoria e, assim, fazer as pautas do Sindimetrô acontecerem torna-se natural. Tudo isso é fruto de um trabalho de moralização das nossas ações, onde o afastamento das ideias do sindicato e da empresa resgataram o vínculo ente Sindimetrô e metroviário. Voltamos a ter vontade de lutar, de crescer, de questionar, de se organizar e obedecer apenas a vontade de sermos reconhecidos como profissionais gabaritados ao desenvolvimento de nossas funções. Com essa visão, nos sentimos mais confortáveis e amparados para buscar o respeito e o reconhecimento cabíveis ao esforço que fizemos para manter o funcionamento de um serviço essencial a um número enorme de pessoas e que, em 2011, tende a crescer e exigir de nós mais atenção, mais aplicação e melhores ferramentas de trabalho; as quais também não teremos receio de cobrar da empresa.

Quando a atual gestão tomou posse, não só a moral da categoria deveria ser trabalhada e reconstruída. A instituição Sindimetrô estava muito mal em diversos setores. Finanças, infra-estrutura, patrimônio, influência e reconhecimento junto a outras organizações de classes, visibilidade junto à imprensa e aos formadores de opinião, visibilidade política... Absolutamente tudo precisou ser reavaliado e reestruturado para que o sindicato voltasse a respirar e voltar a fazer aquilo que é o seu principio: A DEFESA DO TRABALHADOR!

Quando dizemos que temos orgulho de defender a categoria metroviária, não é da boca para fora ou para nos manter no sindicato. Falamos claramente e de coração. Pois todos nós, diretores e profissionais contratados do Sindimetrô, trabalhamos sempre no intuito de fazer o melhor para atender o nosso associado de forma íntegra, em um ambiente confiável, tranquilo e amigável. O nosso sindicato ainda terá de enfrentar muitas mudanças. Aos poucos vamos inserindo as nossas pautas não só na discussão com a empresa para a consequente conquista de benefícios, mas também dentro da sociedade e seus pensadores. Temos a responsabilidade não só defender o que é nosso como profissionais, mas também o patrimônio do povo gaúcho, lutando contra o processo de terceirização na Trensurb.

Em 2011 nossos embates serão ainda mais fortes. Participe de todas as atividades do sindicato.
Mobilize seus colegas e faça parte da história de nossa categoria!

24 de dezembro de 2010

Boas Festas!

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O Sindimetrô/RS deseja a todos os seus associados e familiares
um Natal com muito amor, paz e felicidade.
Também deseja que o Ano Novo traga sucesso
em todas as áreas da vida.
É tempo de festejar!
Viva o nascimento de Jesus!
Viva o espírito de renovação!
Viva ao esforço diário
do trabalhador metroviário!

13 de dezembro de 2010

Assessoria jurídica paga ação de restituição de Imposto de Renda

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Por: Vieira, Menezes, Carrion, Bergonsi e Coutinho
Advogados Associados
OAB/RS 2.029

Foi com muito orgulho e satisfação que o “Escritório Vieira, Menezes, Carrion, Bergonsi e Coutinho Advogados Associados” (que presta atendimento previdenciário aos metroviários) efetuou o pagamento, nesta segunda-feira, de ação cujo objeto se constituía na restituição dos valores descontados quando do pagamento da ação trabalhista movida contra a TRENSURB.

O funcionário ingressou com ação trabalhista em 1999. Vitorioso, recebeu os valores em 2007. A TRENSURB reteve, por ocasião do pagamento, o valor de R$ 19.305,32 a título de Imposto de Renda e quando do ajuste anual, o colega recebeu como restituição da Receita Federal o valor de R$ 2.641,58. Agora, como resultado da ação movida contra a Receita Federal, recebeu o expressivo valor de R$20.234,95.

O “Escritório Vieira, Menezes, Carrion, Bergonsi e Coutinho” esta encaminhando inúmeras ações de metroviários que tiveram valores descontados a título de Imposto de Renda em suas reclamatórias trabalhistas; sejam individuais ou aquelas movidas pelo sindicato como substituto processual.

Se você teve ação trabalhista, com desconto de Imposto de Renda na fonte, não deixe de procurar o sindicato, nas quartas-feiras à tarde (das 14h30min às 16h) para conversar conosco. Você também pode ir diretamente ao nosso escritório, endereçado na Rua Uruguai, n° 300, 15° andar.
Se você é aposentado ou quer se aposentar, tem mais uma razão para nos procurar, pois somos especializados em questões previdenciárias.

APROVEITAMOS O ENSEJO PARA DESEJAR A TODOS OS METROVIÁRIOS UM ÓTIMO NATAL E UM ANO NOVO REPLETO DE PAZ E ALEGRIA!

7 de dezembro de 2010

Denúncia de Terceirização na Trensurb

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Confira abaixo a íntegra do texto entregue ao Ministério Público do Trabalho:

ILMO. SR. PROCURADOR GERAL DO TRABALHO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO.

Objeto – Denúncia de Contratação Irregular, com pedido de liminar.

SINDICATO DOS TRABALHADORES EM TRANSPORTES METROVIÁRIOS E CONEXAS DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL -SINDIMETRÔ, SINDICATO DOS TÉCNICOS INDUSTRIAIS DE NIVEL MÉDIO DO RIO GRANDE DO SUL- SINTEC e SINDICATO DOS ENGENHEIROS DO RIO GRANDE DO SUL – SENGE, entidades sindicais de primeiro grau, todas com sede em Porto Alegre, RS, estabelecidas respectivamente à Rua Monsenhor Felipe Diehl, nº 48, fone 3374.4200, à Av. Borges de Medeiros, nº 328, sala 112, fone 3226.1111 e à Av. Érico Veríssimo nº 960, fone 3230.1600, vêm, por seus representantes ao final assinados, perante este Ilmo. Parquet, apresentar DENÚNCIA DE CONTRATAÇÃO IRREGULAR contra a

EMPRESA DE TRENS URBANOS DE PORTO ALEGRE S/A - TRENSURB, empresa da administração pública federal, vinculada ao Ministério das Cidades, estabelecida à avenida Ernesto Neugebauer, nº 1985, Porto Alegre, RS, CEP 90250-140, o que faz pelos seguintes motivos e fundamentos:

1. Os sindicatos denunciantes, que representam as categorias de empregados da empresa denunciada, receberam informação segura de que a TRENSURB está preparando a contratação "emergencial" de uma empresa para prestar serviços no Setor de Sinalização- SESIN, o qual esta ligado a Gerência de Sistemas, que está diretamente ligada a manutenção de todo o sistema metroviário, contratação esta que poderá ser implementado nos próximos dias. A SESIN é a responsável pela manutenção preventiva e corretiva dos sistemas de sinalização, telecomunicações e bilhetagem automática. O sistemas de sinalização é o principal responsável pela segurança do sistema e por conseguinte do usuário. O sistema de bilhetagem automática está diretamente ligado a arrecadação. Infelizmente, ao longo do tempo a empresa vem implementando uma política de terceirização a qual já se instalou em alguns setores da empresa, inclusive em algumas atividades tidas como fim, comprometendo por certo a boa prestação de serviços bem como a segurança dos usuários.

2. Estas atividades agora ameaçadas pela terceirização são realizadas, desde o início da operação da TRENSURB – há mais de vinte e cinco (25) anos –, por metroviários, técnicos e engenheiros empregados contratados por concurso público, que foram e são treinados e especializados nestas funções específicas do transporte metroviário, pela própria empresa. Outrossim, as atividades com risco de terceirização são algumas das atribuições previstas no Plano de Cargos e Salários da empresa, denominado de SIRD - Sistema de Remuneração e Desenvolvimento, para os empregados do quadro efetivo da TRENSURB, configurando-se como funções típicas dos cargos ali previstos.

3. A manutenção dos trens, seguramente é uma das atividades finalísticas da TRENSURB, pois o transporte de trens urbanos tem natureza social, possuindo tarifa subsidiada pelo poder público, justamente para dar acesso, por preço barato, a este transporte rápido e que também deve seguro à população. A TRENSURB mantém contrato de trabalho com centena de empregados metroviários, técnicos e engenheiros na gerência de manutenção e sistemas, cuja atividade principal é a de manter os trens em condições de trafegabilidade com a maior segurança possível, servidores estes os quais vem cumprindo a contento tais tarefas, pois que para isto foram qualificados, tanto assim que em 25 anos de circulação nunca houve sequer uma ocorrência de acidente com os estes veículos.

Importante salientar que as gerências de manutenção e sistemas possuem mão de obra altamente especializada uma vez que é desenvolvida por profissionais portadores de alto conhecimento técnicos os quais foram treinados e qualificados para este tipo de trabalho, uma vez que a responsabilidade destes ultrapassa a de garantir a boa circulação dos trens, mas fundamentalmente, garantir a segurança dos mais de 170 mil usuários diários deste meio de transporte de toda a grande Porto Alegre, inclusive estando em andamento obras para a expansão com a construção de mais 4 (quatro) estações. Por conseguinte, diferentemente de outras situações onde a manutenção pode ser entendida como meio, na hipótese vertente a natureza social deste tipo de transporte, a especialização procedida pela própria empregadora, como única operada de trens urbanos no Estado, sem concorrência comercial ou de mercado de trabalho, leva à inequívoca conclusão de possuir esta natureza finalística para a TRENSURB.

4. Assim, estranha-se a notícia de que a empresa denunciada esteja preparando, em regime de "urgência", a terceirização destes serviços, sem qualquer justificativa válida conhecida para tanto. Na realidade, havendo deficiência de número de empregados para realizar o serviço, sem que seja necessário o trabalho em regime de horas extras, deve ser feito CONCURSO PÚBLICO, para contratação de novos empregados, ao invés de simplesmente burlar a lei e a Constituição Federal, contratando sem concurso público e por interposta pessoa, com custos adicionais, um serviço que se caracteriza como atividade fim, para a qual foi constituída a empresa. O Tribunal Superior do Trabalho tem posição pacificada sobre esta matéria, declarando ilegal a contratação de trabalhadores por interposta pessoa ou terceiros, quando se trata de atividade fim do empregador (Súmula 331 do TST) ou mesmo em qualquer atividade, porquanto a legislação pátria somente admite a terceirização nos casos expressos previstos de segurança e de limpeza, a teor da Súmula 256 do TST.

5.
Neste caso, afora a flagrante ilegalidade, o que seguramente deve ser investigado e punido, responsabilizando-se o administrador público e ordenador de despesas, na forma da lei, o que irá de qualquer forma onerar gravemente os cofres públicos, mormente em empresa cuja atividade depende de verbas do tesouro federal, pois suas receitas próprias são insuficientes, há que se investigar e apurar as razões da contratação em regime de urgência, quando inexiste qualquer situação que justifique tal medida. É sabido que este tipo de contratação pode dar vazão a interesses escusos, que atualmente vem sendo objeto de denúncias e investigação nos diversos órgãos competentes, além de como já dito, colocar em risco a população usuária deste meio de transporte.

6. Tendo em vista a flagrante ilegalidade das contratações as quais estão na eminência de ocorrer, por ofensa a Súmula 331 do TST (terceirização de atividade-fim), e considerando que a TRENSURB possui no quadro de pessoal servidores diretamente e regularmente contratados cujas atribuições são exatamente as que a empresa pretende contratar por terceiros, o que afasta a necessidade e o interesse público, bem como a urgência deste “negócio”, requer seja ajuizada por este órgão a competente AÇÃO CIVIL PÚBLICA com pedido LIMINAR, para determinar que a denunciada suste, até o final do julgamento do processo, os atos da referida contratação que está para se consolidar.

7. Em face do acima exposto, afim de evitar a consumação de tal fato, previsto para os próximos dias, vêm os sindicatos denunciantes requerer seja de imediato feito contato por esta Procuradoria Regional do Trabalho para verificar-se da veracidade da denúncia e também de imediato marcar reunião ente a empresa e os sindicatos ora denunciantes, com a mediação desta Procuradoria, na tentativa de encontrar uma alternativa ou solução amigável para a questão sem que se efetive a terceirização proposta para o área de manutenção do sistema metroviário. em substituição aos serviços prestados, como já dito, há mais de 25 anos por empregados concursados e devidamente treinados e qualificados para fazer a manutenção dos trens e ainda responsabilizar na forma da lei os administradores públicos da TRENSURB S/A pelas ilegalidades praticadas e na negativa de negociar, seja proposta por esta procuradoria a medida judicial supra mencionada.

PEDEM DEFERIMENTO:

Sr. Renato José Schuster - Presidente do Sindimetrô/RS

Paulo Ricardo de Oliveira - Presidente do Sintec/RS

José Luiz Bortol de Azambuja - Presidente do Senge/RS

30 de novembro de 2010

Apagão preocupa metroviários

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Estamos às vésperas de encerrar mais um ano e as velhas preocupações voltam a assombrar a vida dos metroviários. São os eternos apagões que insistem em retornar, ou melhor, que nossa direção insiste em manter.

O primeiro refere aos aposentados. Velhas práticas discriminatórias voltam à tona. A categoria ainda possui feridas profundas e não cicatrizadas produzidas pela péssima conduta da empresa em um passado recente. Pois agora, a diretoria da Trensurb determinou a suspensão de todas as férias (já programadas) de aposentados para janeiro. Não é difícil imaginar o motivo, certo? Este é o tratamento que a empresa teima em manter para com aqueles que construíram e deram vida a tudo dentro dos muros de vedação. Prata da casa ou política da hipocrisia?


O segundo apagão é o da saúde. Sem maiores detalhes ou alardes, a empresa distribuiu um cartão para acesso ao SESI. Grandes vantagens para os funcionários que dispensa as requisições. Porém, sim, existe um pequeno porém! O atendimento médico, psicológico, de fisioterapia e exames clínicos não existe mais. Pequeno detalhe que atinge a ampla maioria dos metroviários, sejam aqueles que não aderiram ao plano Unimed, sejam aqueles que são atendidos por profissionais específicos do SESI. O Sindimetrô já encaminhou o assunto ao jurídico para análise e medidas a serem adotadas.


O terceiro apagão é o da segurança. Continuam os assaltos em nossas estações. E nós, continuamos com muita sorte! Sorte por, até o momento, não existir nenhum metroviário que tenha sido ferido com gravidade. E as tendências não são boas. Com a disseminação das drogas, especialmente o crack, os assaltos, muitas vezes, são realizados por desequilibrados que podem, a qualquer momento, cometer atos insanos. Enquanto isso, a direção da empresa está preocupada com o lucro.


Aquela história de que o metrô está nas cidades para possibilitar o deslocamento das classes menos privilegiadas, dos trabalhadores de baixa renda entre outros, já era! Agora é lucro! E, de preferência, com construção de lojas e mais lojas. Não se admirem se, num futuro próximo, o usuário não seja obrigado a passar por dentro de lojas para chegar à linha de bloqueio.


Mas não são estas as preocupações de nossa direção! Não são os apagões que preocupam. Suas preocupações são outras! Para eles, a preocupação é pela manutenção de cargos, pela conquista de espaços no loteamento que o governo está promovendo. O resto é resto!


Para nós, metroviários, cada dia é um dia de luta! Unidos por um ideal coletivo não permitiremos que os apagões tomem conta de nossas vidas. Parece que o ano iniciará com grandes batalhas. E tenham certeza, venceremos!

18 de novembro de 2010

Revisões de aposentadoria

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TETO: Aposentados até 2004 com valores de benefício limitados ao teto.

REAPOSENTAÇÃO: Se você se aposentou e continuou trabalhando poderá aumentar o valor do benefício utilizando o tempo de contribuição posterior à aposentadoria.

APOSENTADORIA POR INVALIDEZ: Direito ao recálculo correto do benefício.

INCLUSÃO DOS VALORES RECEBIDOS EM RECLAMATÓRIA TRABALHISTA NO CÁLCULO DA APOSENTADORIA: Aumenta o valor dos proventos da aposentadoria e geram atrasados.

Existem muitas outras revisões para os aposentados. Alguma delas pode ser para vocês

ATENÇÃO: Os aposentados podem ter mais uma revisão da aposentadoria, mesmo que já tenham feito. Para mais informações compareça aos plantões previdenciários do sindicato. É toda quarta-feira, das 14h30min às 16h.

Por: Vieira, Menezes, Carrion, Bergonsi e Coutinho
Advogados Associados
OAB/RS 2.029

Participe do festão de fim de ano!

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A grande festa de final de ano dos metroviários está chegando e os ingressos já estão à venda. Você e sua família não podem ficar de fora. Preparamos um dia inteiro de atividades; começando por um torneio de futsal e almoço. Depois, à tarde, as crianças poderão brincar com cama elástica, brinquedos infláveis entre outras atrações. Também haverá uma confraternização dos aposentados da Trensurb. Pela noite teremos um show de bandas e um DJ com muita luz e som para dançar.

Quando será? No dia 04/12/2010.

Aonde? Na sede da Associação dos Ferroviários. Avenida Ernesto Neugebauer, n° 1505, bairro Humaitá, Porto Alegre/RS.

E os ingressos? Para adquirir o seu procure a sede do sindicato ou um representante sindical. Você também pode falar com Lucas (Segur), Vagner (Cotrem) ou Sílvio Meucci (Administração).

Participe! É uma ótima oportunidade para rever os amigos e conhecer novos.

4 de novembro de 2010

Processos de supressão dos "Tíquetes Hora Extra"

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Em novembro de 2008 a Trensurb deixou de fornecer o “Tíquete de Hora Extra” (R$ 3,40) aos empregados admitidos a partir de 1996. Porém, a empresa pagou esse beneficio espontaneamente até novembro de 2008. No primeiro semetre de 2010, o sindicato ajuizou por substituição processual, cinco ações, com 40 substituidos cada, postulando o reestabelecimento deste benefício, bem como, o pagamento do valor que deixou de ser pago desde a supressão até o restabelecimento.

Um desses processos já possui sentença favorável, ação nº 0000496-69-2010-5-04-0025, cuja sentença foi proferida nos seguintes termos:

Ante o exposto, nos termos da fundamentação, julga-se PROCEDENTE a ação movida por Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários e Conexas do Estado do Rio Grande do Sul - SINDIMETRÔ contra Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre S.A. – TRENSURB, para, em relação aos substituídos arrolados:

- declarar nula a supressão do vale-refeição extra a partir de novembro de 2008;

- determinar à reclamada o restabelecimento da vantagem, observadas as condições estabelecidas no NPG-PES-507, no prazo de 10 dias a contar do trânsito em julgado da presente decisão, sob pena de multa, fixada em um salário mínimo por empregado substituído por dia de atraso, nos termos do art. 461 do CPC e;

- condenar a reclamada ao pagamento do valor correspondente aos vales-refeição extras devidos desde a supressão até o restabelecimento, com juros e correção monetária, em valores a serem apurados em liquidação de sentença.

Esse processo já está em fase recursal, havendo prazo até 03/11 para interposição de recurso, pois nos dias 1 e 2 de novembro não haverá expediente na Justiça Trabalhista.

Aumenta a via, cresce o número de usuários, mas trem e funcionários que é bom... nada!

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Que a extensão dos serviços do metrô até o município de Novo Hamburgo é uma ótima notícia, isso ninguém questiona. Mas de nada adianta aumentar a linha e, também, consideralvelmente o número de usuários (em torno de 30 mil imediatamente e 60 mil com o aumento de residências e empresas ao redor da linha), se a Trensurb não tem condições de elevar a sua capacidade de transportar.

A mídia divulga e a comunidade acredita fielmente que, só pelo fato de expandir a via permanente, a empresa estará apta a manter um serviço de qualidade. Não! Absolutamente não! Para que o metrô possa ter mantida as caracteristicas da rapidez e agilidade é importante ficarmos atentos a questões básicas: “como é que vamos manter os itinerários e como vamos dar conforto a um incremento de mais 30 mil usuários/dia com a frota que temos atualmente?”. Apesar de uma boa manutenção, nossos trens já não são mais capazes de manter o mesmo desemprenho de outrora. Problemas mecânicos são cada vez mais comuns e, com isso, se reduz o número de composições aptas ao tráfego.

A superlotação já não é algo mais próprio dos horários de pico. A população está cada vez maior e os serviços do metrô tem de ser planejados de forma séria e competente. Como é que se faz uma obra de expansão sem, ao menos, comprar trens novos? Sabemos que o ideal é renovar todos os veículos, mas em se tratando de Brasil e por uma questão lógica, quando a obra de expansão foi liberada, deveria estar previsto também a aquisição de novos trens. Senão para renovar toda a frota, pelo menos a compra de alguns trens para a manutenção dos serviços.

Há pouco tempo houve concurso público para o provimento de cargos em diversas áreas profissionais. Na operação, foram chamados novos seguranças e pessoal para trabalhar nas demais rotinas de estações. Mas esses novos metroviários vieram fechar buracos na defasagem do atual quadro de funcionários. Será feito novo concurso para atender a demanda das novas estações de Novo Hamburgo ou vão deixar as estações ainda mais carentes de profissionais?

Logo abaixo há duas declarações de Marco Arildo. Em março desse ano ele diz que a Trensurb precisaria de mais trens para manter o mesmo intervalo entre os trens de hoje. Na última quarta-feira (27/10), o jornal Correio do Povo publicou palavra de Arildo cogitando estudos para manter os itinerários com a atual frota. A contradição do presidente da empresa mostra como é feito o planejamento da Trensurb, onde o metroviário que se vire para fazer o que dá na operação (com excesso de trabalho, com poucas folgas, com falta de materiais e ferramentas de trabalho...) e o usuário iludido com uma obra que trará, na verdade, uma “extensão de atrasos, super lotação...”.



Em 02/03/2010

“COM A ENTRADA EM FUNCIONAMENTO DE DUAS NOVAS ESTAÇÕES, VAMOS PRECISAR DE MAIS TRENS PARA MANTER O MESMO INTERVALO ENTRE ELES, EVITANDO QUE AS PESSOAS FIQUEM MAIS TEMPO NAS ESTAÇÕES".

Marco Arildo Cunha em entrevista para o site http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=106206 (Jornal Correio do Povo On-line em 02/03/2010).


Em 27/10/2010

“AINDA ESTAMOS AVALIANDO QUAL A MELHOR FORMA DE FAZERMOS OS ITINERÁRIOS COM OS TRENS QUE TEMOS ATUALMENTE”.

Marco Arildo Cunha em entrevista para o “Caderno Cidades” (Jornal Correio do Povo do dia 27/10/2010). Na oportunidade da viagem experimental até NH.

MAS QUE CONTRADIÇÃO É ESSA?!

28 de outubro de 2010

Revisão da aposentadoria (atividade especial)

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Por: Vieira, Menezes, Carrion, Bergonsi e Coutinho
Advogados Associados
OAB/RS 2.029

Os trabalhadores que se aposentaram por “Tempo de Contribuição (B42)” e não tiveram o reconhecimento do período trabalhado em condições especiais podem revisar a aposentadoria para aumentar o valor recebido e receber os atrasados dos últimos cinco anos.

No ato do requerimento administrativo, o INSS converte o período especial para comum somente até 1998; deixando de aplicar o acréscimo de 40% sobre o tempo para homens e 20% para mulheres, o que reduz o tempo de serviço/contribuição e por consequência o valor do benefício. O aumento pode ocorrer, inclusive, para quem se aposentou com tempo superior a 35 anos, pois resultará na alteração do fator previdenciário e aumento da renda.

Os tribunais já pacificaram o entendimento que é possível converter o tempo especial em comum após 28 de maio de 1998, sendo amplamente revelado com a revogação da súmula 16 de jurisprudência da Turma Nacional de Uniformização de Jurisprudência dos Juizados Especiais Federais (TNU), que impedia a conversão de tempo de serviço especial, para o trabalhador que tivesse exercido atividade insalubre em período posterior a 28 de maio de 1998.

Para verificar se é possível revisar o seu benefício traga:
- Cópia do processo administrativo da Aposentadoria (solicitar junto a Agência da Previdência Social onde o benefício foi encaminhado)

* Atenção! Para mais informações compareça aos plantões previdenciários do sindicato. É toda quarta-feira, das 14h30min às 16h.

21 de outubro de 2010

Quebra de adutora prejudica a operação de trens em São Leopoldo

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O rompimento de uma adutora, por volta das 21h de terça-feira (19/10), prejudicou as operações do metrô durante toda a última quarta-feira (20/10). O dano na tubulação foi registrado próximo a rede que passa por baixo da Estação Unisinos. Os operadores tiveram que conduzir os trens numa velocidade mais baixa do que a habitual desde o início das operações, causando atrasos entre três e dez minutos no tempo total da viagem entre as estações São Leopoldo e Mercado.

PROBLEMA NÃO VEM DE HOJE

Nesse ano é a segunda vez que ocorre essa situação. Mas a operação dos trens também foi prejudicada em 2008 quando, no dia 13 de novembro, houve a quebra da adutora do Serviço Municipal de Água e Esgotos de São Leopoldo (Semae) motivando a alteração no tráfego a partir das 8h desse dia entre as estações Unisinos e São Leopoldo. Na oportunidade, o vazamento de água causou danos na via permanente no sentido São Leopoldo/Porto Alegre e o tráfego foi interrompido. O trânsito dos trens passou a ser feito unicamente na outra via (sentido Porto Alegre/São Leopoldo). Com isso, um trem ia e voltava pela mesma linha férrea entre as estações Unisinos e São Leopoldo, exigindo a baldeação dos passageiros nos dois pontos de embarque e desembarque. Isso gerou atrasos, superlotação e muitas reclamações.

DESCASO

Essa sucessão de casos envolvendo a quebra da adutora lá em São Leopoldo mostra o tamanho do descaso com que os administradores da Trensurb e do município tratam a questão. Não há mais espaço para remendos no bem público. A sociedade exige, cada vez mais, iniciativa e soluções definitivas para os problemas nos equipamentos públicos. Qualidade Semae! Qualidade Trensurb!

8 de outubro de 2010

Sindicato divulga eleitos para o Conselho Fiscal

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De acordo com as eleições realizadas entre os dias quatro e oito de outubro foram eleitos, para o Conselho Fiscal do Sindimetrô, os seguintes colegas:

Titulares:
Edson Luiz Ferraz Torres
Juliano Machado Carvalho
Matheus Weber de Almeida

Suplentes:

Acyr Winckler Martins
Ivanhoé Arturo Freitas

7 de outubro de 2010

Inoperância de escada rolante quase gera acidente

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A falta de efetivo e de equipamento em condição segura de uso quase teve grave consequência para um funcionário e um usuário na Estação Farrapos na última sexta-feira (01/10). Havia três seguranças no trabalho, sendo que dois estavam saindo para o intervalo. Com isso, o supervisor da estação que se encontrava naquele momento foi ajudar, juntamente com outro segurança e uma funcionária, a descer um cadeirante pela escadaria fixa e acabou caindo. A escada rolante da Estação Farrapos, assim como em outras estações, está estragada. Essa rotina de trabalhar diariamente com a falta de equipamentos adequados ou estragados pelo uso contínuo e o tempo é algo extremamente perigoso. Damos graças de que nada de mais sério aconteceu nesse incidente; porém fica o alerta para que nossos administradores nos dêem melhores condições de trabalho.

Decisão do STF beneficia aposentados

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Por: Vieira, Menezes, Carrion, Bergonsi e Coutinho
Advogados Associados
OAB/RS 2.029

Os aposentados têm motivos para comemorar a decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na seção de 08/09/2010 (Recurso Extraordinário nº 564.354), que por maioria de votos negou provimento ao recurso do INSS contra decisão que permitiu a aplicação do teto para aposentadoria.

O INSS aplicou o limitador vigente à época, que era de R$ 1.081,50 em 12/1998, ou em 12/2003, R$ 1.869,34, sendo que os novos tetos dos benefícios previdenciários foram alterados pelas Emendas Constitucionais passando para R$ 1.200,00 (12/1998) e R$ 2.400,00 (12/2003), não sendo readequados os valores recebidos pelos aposentados/pensionistas.

Com essa decisão os aposentados têm direito à revisão dos benefícios e os processos em andamento serão solucionados mais rapidamente e os aposentados que ainda não ingressaram com ação judicial devem buscar seus direitos.

Os aposentados que tiveram o benefício concedido até o ano 2004, limitado ao teto, têm direito à revisão para aumentar o valor da renda mensal e receber os atrasados dos últimos cinco anos.
Para verificar se o aposentado e/ou pensionista têm direito a ingressar com a ação são necessários os seguintes documentos:

- carta de concessão da aposentadoria ou pensão;
- extrato com valor do benefício recebido.

* Atenção! Para mais informações compareça aos plantões previdenciários do sindicato. É toda quarta-feira, das 14h30min às 16h30min.

Informe de processos do Escritório Silvia Lopes Burmeinster

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DILENE E OUTROS
Processo n° 0086700-90.1998.5.04.008

O processo se encontra em fase de execução com cálculo homologado e mandado de penhora expedido a ser cumprido por oficial de justiça.

URV 1
Processo n° 0118000-35.2005.5.04.0005

O processo aguarda término do prazo da AGU que tomará ciência do indeferimento da petição. Após será enviado o “Agravo de Petição” da empresa ao TRT em autos suplementares.

Este Agravo de Petição discute os valores a serem incorporados, já calculados pelo perito e homologados pelo juízo.

O processo principal deverá, após todos os prazos, ser encaminhado à perita para os cálculos finais.

Novas informações em 30 dias!

URV 2
Processo n° 054500-36.1999.5.04.0027

Processo em carga dom a perita do juízo que tem prazo até 30 de novembro para apresentar os cálculos. A perita solicitou prazo até 30 de novembro, que foi deferido pelo juiz.

Novas informações após o dia 30 de novembro.

PERICULOSIDADE SEGUR
Processo n° 0048300-84.2001.5.04.0013

Prazo de manifestação da União até 17/10/20010. Após, deverá ser homologados cálculos com determinação de citação para pagamento.

Não havendo pagamento, será expedida autorização de leilão, tendo em vista que já há nos autos bens penhorados (trens) que necessitam somente de avaliação.