20 de maio de 2010

Ainda existe democracia!

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Mesmo que alguns ditadores locais (da empresa mesmo!) pensem o contrário, ainda estamos vivendo sob um regime democrático. Assim entendido, fica bastante claro que o patrão pode apenas influir nas relações de trabalho e não, na vida pessoal do funcionário. Não bastassem os assédios diários aos quais os funcionários da Trensurb são submetidos agora, ao que tudo parece, passaram dos limites!

Quando dizem que se tu queres conhecer alguém, lhe dê poder; é verdade! Em recente episódio envolvendo dois colegas de trabalho, as circunstâncias do “atrito” passaram dos limites culminando em agressão física. O funcionário que se sentiu prejudicado procurou não só resolver a questão no âmbito da empresa, como entendeu que deveria buscar solução também de forma pessoal, privada, com as ações que entendeu necessárias ao resguardo de sua integridade física e moral.

Notem que não estamos aqui colocando razão para um ou para outro. O fato é que o funcionário necessitou de afastamento. Mesmo estando o colega afastado, o gerente ordenou sua presença na empresa. Para auxiliá-lo? Não! Para aplicar, digamos, um “choque de ordem”! Em resumo, ele deveria imediatamente retirar todas as ações que tomou em âmbito particular (nenhuma relação existe com a empresa), ou seria demitido!

Caso retirasse, ainda sofreria a sanção de um “gancho”. Vejam que o gerente vidente já sabia, inclusive, em quantos dias o funcionário seria castigado, sem necessidade de qualquer comissão disciplinar ou sindicância. Um exemplo de alguém compromissado com a empresa.
Em se tratando de Trensurb, as notícias voaram pelos corredores! Para ajudar, alguns outros colegas que, diga-se de passagem, têm “telhado de vidro”, passaram a agredir o companheiro moralmente com coisas do tipo: “Estás pronto para ser demitido? Olha, têm uma nova lista! É bom, porque vou pegar teu lugar!”.

Culpa de quem? Mais uma vez nossos “administradores” que não souberam administrar nada. Pelo contrário, julgando-se acima de tudo, passaram dos limites da “coisa pública”. O problema está colocado e já é muito maior do que deveria ser! Pois bem Sr. Chefe de Gabinete e Sr. Gerente. Resolvam de uma forma legal e justa ou nós resolveremos! Caso efetivamente se faça necessária à intervenção direta do sindicato, resolveremos de forma a tornar o episódio como “modelo a toda terra”! Tenham certeza...

20 de abril de 2010

A crise construída

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Não é novidade para ninguém. Desde o funcionário mais antigo ao contratado recentemente sabe que a empresa passa por uma séria crise funcional. A cada dia encontramos menos funcionários nas estações, um dos pontos chaves para atendimento ao usuário. Isso sem falar no restante, como exemplo: a área de manutenção. Por onde andarmos na operação faltam funcionários!

E o que faz a direção da empresa? Continua demitindo e demitindo... Nenhuma outra direção demitiu tanto! As demissões já estão provocando danos irreparáveis a aqueles que têm a sorte de permanecerem em seus empregos. Já não bastassem condições precárias de trabalho em várias das estações, a pressão e a sobrecarga de trabalho aumentam diariamente.

Os metroviários estão adoecendo, física e psicologicamente. São submetidos cotidianamente a uma tormenta de pressões por produção, já que cada “metroviário sobrevivente” deve produzir por, no mínimo, dois trabalhadores.

É uma crise normal? Evidente que não! Esta crise está sendo construída pela direção da empresa, como um jogo de xadrez. Já de muito tempo, cada jogada está sendo ensaiada, pensada para o final pretendido. E qual é? A precarização da mão de obra! Terceirização! Máquinas de bilhetes! Redução do número de funcionários! Redução dos gastos com salários!

Como exemplo prático, em recente ata de reunião produzida na empresa, consta como grande façanha a conquista, por parte do presidente, de verbas para terceirização da SEVIP, SERED e SEMOB.

A pergunta que fica é: aonde a direção da empresa chegará? Bem, aonde ela quer chegar nós já sabemos. Mas somente chegará até onde nós, trabalhadores metroviários, permitiremos. Somente uma grande mobilização em torno de questões como condições de trabalho e manutenção do emprego impedirão o avanço destrutivo da atual direção.

O Sindimetrô está atento, principalmente seu corpo jurídico, para barrar judicialmente atos ilegais. Porém, devemos estar todos unidos neste objetivo.

NÃO AS DEMISSÕES! NÃO AS TERCEIRIZAÇÕES!
BASTA DE VANDALISMOS NA VIDA DOS METROVIÁRIOS!

Camanha Salarial 2010 - Empresa faz corpo mole

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Assim como no ano passado, a direção da empresa ignora a categoria ao não dar seguimento nas negociações para o Acordo Coletivo de Trabalho.

Essa atitude traz prejuízos não só para os metroviários, que ano após ano se sentem perseguidos, mas para a própria Trensurb que mancha sua história com passagens obscuras de despreocupação com seu maior patrimônio, o quadro de funcionários.

ORGANIZAÇÃO DA CATEGORIA CHAMA A ATENÇÃO

Todo o processo de construção da Pauta de Reivindicações 2010 foi cumprida dentro de um prazo organizado e participativo. A organização da categoria, como sempre, foi elogiável. Todas as propostas foram lidas, estudadas, apresentadas e, por fim, aprovadas através de Assembleia para que todos os metroviários fossem atendidos em suas reivindicações. Esse ano, até mesmo a internet foi usada como um elemento de integração e agilidade na constituição da nossa Pauta.

DESORGANIZAÇÃO DA EMPRESA, CHAMA MAIS AINDA

Toda a preocupação que o Sindimetrô e a categoria mostram em buscar estabelecer parâmetros justos em nossas reivindicações e de forma aberta ao diálogo, é diminuida com a omissão da Trensurb no momento em que essa não dá ouvidos ao nosso chamamento para a conversa. Hoje completam 25 dias de expectativa do sindicato com relação a uma resposta da empresa sobre um calendário ou um contato inicial para dar andamento as negociações.

Esse tipo de atitude revela o grau de desleixo com que os atuais diretores da Trensurb apresentam pelos metroviários. O procedimento de contatar o sindicato, de forma rápida, após a entrega da Pauta serve como uma postura de respeito a categoria; o que, definitivamente, a Trensurb não tem.

Esperar o que de uma direção que não respeita nem mesmo a sua própria história não é mesmo?
Esperamos que, nesse ano, a nossa Pauta seja ao menos avaliada!

Trensurb é multada por desrespeitar o período de intervalo

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Em dezembro do ano passado, o Sindimetrô denunciou a Trensurb na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego - SRTE, pelo fato de não permitir que os trabalhadores das estações, especialmente São Pedro, Aeroporto, Anchieta, Fátima, São Luis, Petrobrás e Luis Pasteur usufruíssem do direito ao intervalo de repouso e alimentação. Naquela época, essa atitude era observada especialmente nos finais de semana.

Em fevereiro deste ano a denúncia foi reiterada. Após os apelos do Sindicato foi designado um auditor do Ministério do Trabalho para realizar vistorias e averiguações, constatando a veracidade das denúncias de irregularidades. Com isso, na segunda quinzena de março, a SRTE aplicou multa à empresa no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais). Deste valor não cabe recurso e, havendo reincidência, poderá ser aplicada nova multa.

ENTENDA MELHOR O CASO

O intervalo para repouso e alimentação é um direito reservado ao trabalhador pela legislação. A norma jurídica protege a higiene física e mental do trabalhador, trazendo benefícios não só para este, mas também, para toda a coletividade, pois é verdade que a prevenção da fadiga é fator diretamente relacionado com a produtividade do próprio trabalhador.

Mesmo que o trabalhador esteja com eventual promessa de pagamento de horas-extras durante o seu período de repouso e alimentação, quando assinala o registro de saída para o intervalo (ato solicitado pela própria empresa), automaticamente fica desamparado em grande parcela da proteção gerada pelas leis trabalhistas. Só volta a ser “protegido” quando registra seu retorno ao posto de trabalho.

O registro de início e término do intervalo para repouso e alimentação gera uma prova jurídica, já que os dados do cartão ponto são comprovação da presença ou não no trabalho. Com isso, o trabalhador corre o risco da empresa, quando bem desejar, retalhar as relações e acabar não pagando a “hora-extra” prometida. Afinal, está registrado que naquele período o funcionário estava em intervalo.

Trensurb entre as maiores litigantes do RS

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O Tribunal Reginal do Trabalho da 4ª Região divulgou em seu site (http://www.trt4.gov.br/) a lista das 100 maiores empresas gaúchas com litígios. A Trensurb figura na 43ª posição, com 1062 processos. No “polo ativo” (faz a ação), a empresa é autora de 26 ações judiciais, já no “polo passivo” (sofre a ação) a mesma é reclamada em 1036 processos.

Segundo o TRT4, a relação foi enviada ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), conforme orientação do próprio órgão.

E o que esse fato nos indica? Qualidade é que não é!
Por ora, é muito bom saber que não é só o Sindimetrô que está de olho!

Processo dos Quatro níveis - Chamada Geral!

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Solicitamos o comparecimento ao Sindimetrô de todos os funcionários relacionados abaixo (confira seu RE) para tratar de assunto de seu interesse:

REs: 17, 33, 45, 71, 80, 84,86, 96, 97, 113, 121, 123, 125, 126, 131, 132, 136, 141, 142, 145, 148, 155, 156, 166, 172, 177, 179, 182, 195, 197, 202, 203, 220, 221, 223, 225, 226, 228, 229, 230, 233, 243, 244, 245, 246, 247, 249, 250, 251, 252, 254, 255, 257, 279, 282, 283, 284, 291, 297, 301, 305, 306, 314, 316, 319, 322, 331, 332, 335, 336, 340, 343, 344, 346, 353, 356, 357, 360, 365, 366, 368, 370, 373, 374, 376, 377, 379, 380, 382, 383, 384, 385, 386, 387, 390, 393, 396, 397, 398, 399, 404, 405, 406, 407, 410, 411, 414, 415, 416, 417, 420, 428, 431, 432, 436, 437, 441, 444, 445, 458, 460, 471, 479, 480, 483, 492, 495, 496, 499, 500, 502, 513, 514, 516, 518, 521, 522, 525, 527, 529, 532, 533, 537, 539, 40, 541, 542, 543, 544, 545, 546, 547, 548, 549, 551, 552, 554, 556, 560, 561, 562, 576, 577, 581, 584, 585, 587, 590, 592, 595, 611, 613, 614, 615, 619, 621, 622, 624, 626, 630, 631, 634, 637, 638, 643, 645, 646, 647, 652, 655, 656, 660, 665, 667, 668, 671, 681, 684, 690, 696, 699, 709, 723, 724, 730, 741, 742, 751, 752, 753, 758, 771, 777, 779, 780, 781, 782, 783, 790, 792, 793, 796, 798, 801, 802, 803, 804, 805, 808, 816, 822, 825, 827, 829, 831, 832, 834, 835, 837, 843, 846, 850, 851, 853, 854, 858, 865, 866, 867, 868, 869, 870, 871, 872, 873, 878, 880, 885, 887, 888, 889, 896, 897, 898, 899, 902, 906, 908, 909, 912, 913, 916, 919, 923, 926, 932, 937, 944, 949, 952, 953, 956, 957, 958, 959, 961, 963, 966, 967, 969, 972, 975, 978, 981, 983, 1000, 1014, 1018, 1023, 1029, 1032, 1035, 1037, 1044, 1051, 1052, 1053, 1055, 1056, 1057, 1060, 1067, 1068, 1069, 1070, 1070, 1075, 1076, 1079, 1082, 1085, 1087, 1087, 1089, 1091, 1094, 1096, 1098, 1105, 1107, 1109, 1111, 1112, 1113, 1114, 1115, 1116, 1120, 1121, 1122, 1123, 1126, 1127, 1129, 1130, 1131, 1138, 1139, 1145, 1152, 1155, 1157, 1160, 1161, 1163, 1164, 1167, 1169, 1172, 1173, 1176, 1184, 1187, 1188, 1189, 1195, 1196, 1197, 1201, 1206, 1207, 1211, 1213, 1215, 1217, 1219, 1221, 1233, 1234, 1236, 1242, 1246, 1248, 1249, 1252, 1255, 1257, 1258, 1263, 1264, 1265, 1266, 1269, 1272, 1274, 1279, 1284, 1291, 1296, 1297, 1298, 1303, 1304, 1305, 1306, 1318, 1321, 1322, 1323, 1326, 1333, 1335, 1336, 1337, 1339, 1340, 1344, 1351, 1357, 1361, 1364, 1383, 1386, 1388, 1391, 1396, 1400, 1402, 1409, 1411, 1412, 1413, 1416, 1418, 1419, 1420, 1424, 1425, 1427, 1430, 1434, 1438, 1442, 1443, 1446, 1447, 1453, 1456, 1458, 1464, 1465, 1466, 1468, 1470, 1472, 1474, 1478, 1482, 1484, 1485, 1486, 1488, 1490, 1492, 1496, 1498, 1501, 1502, 1505, 1506, 1508, 1513, 1522, 1529, 1530, 1533, 1536, 1537, 1542, 1545, 1546, 1547, 1551, 1554, 1556, 1557, 1559, 1564, 1567, 1570, 1575, 1576, 1577, 1578, 1580, 1581, 1583, 1585, 1586, 1588, 1589, 1590, 1591, 1593, 1594, 1597, 1600, 1602, 1603, 1604, 1605, 1606, 1607, 1614, 1615, 1618, 1622, 1627, 1628, 1629, 1633, 1634, 1637, 1639, 1642, 1643, 1645, 1646, 1648, 1649, 1650, 1652, 1729, 1737, 1740, 1741, 1742, 1745, 1748, 1750, 1753, 1754, 1755, 1756, 1759, 1761, 1763, 1764, 1765, 1767, 1769, 1770, 1774, 1775, 1776, 1777, 1778, 1782, 1785, 1787, 1788, 1789, 1791, 1795, 1798, 1799, 1800, 1801, 1802, 1808, 1809, 1818, 1819, 1821, 1822, 1823, 1824, 1825, 1826, 1830, 1834, 1835, 1836, 1837, 1842, 1847, 1848, 1851, 1856, 1857, 1860, 1861, 1862, 1863, 1864, 1865, 1868, 1877, 1879, 1880, 1883, 1884, 885, 1887, 2293, 2295, 2296, 2386, 2387, 2392, 2393, 2394, 2396, 2397, 2398, 2403, 2407, 2408, 2409, 2410, 2415, 2417, 2418, 2420, 2422, 2424, 2425, 2426, 2430, 2431, 2433, 2435, 2437, 2438, 2439, 2440, 2442, 2444, 2445, 2446, 2448, 2449, 2450, 2451, 2452, 2453, 2455, 2459, 2461, 2462, 2463, 2464, 2465, 2470, 2471, 2473, 2477, 2479, 2480, 2483, 2488, 2489, 2645, 2650, 2651, 2657, 2659, 2660, 2667, 2672, 2674, 2675, 2676, 2677, 2680, 2681, 2682, 2719, 2720, 2722,2734, 2735, 2738, 2741, 2744, 2752, 2757, 2758, 2760, 2762, 2763, 2764, 2765, 2766, 2770, 2771, 2815, 2816, 2817, 2818, 2829, 2830, 2836, 2840, 2841, 2843, 2846, 2847, 2857, 2859, 2860, 2868, 2869, 2873, 2874, 2875, 2878, 2882,2883, 2887, 2889, 2890, 2892, 2896, 2901, 2905, 2906, 2912, 2922, 2923, 2934, 2935, 2936, 2937, 2938, 2939, 2942, 2945, 2946, 2947, 2948, 2952, 2953, 2954, 2955 e 2959.

Trensurb ignora manutenção da via

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Não é de hoje que os problemas na Trensurb vem chamando a atenção. Volta e meia a circulação dos trens é prejudicada por diversos problemas. Essa situação vem de longa data, sendo que o agravo de maior importância data do dia 11 de maio do ano passado (foto), quando houve a destruição parcial da rede aérea ao norte da Estação Petrobrás e, até o momento, não existe uma causa definida.

Nos últimos 20 dias houve várias ocorrências resultantes em paradas de trens ao longo da via durante a operação comercial. No último dia 15 de abril (quinta-feira), a situação piorou com a operação em via singela (trafêgo em uma única via), ocasionando atrasos e problemas de toda ordem aos usuários. Pelo menos dessa vez, o motivo foi encontrado: houve o rompimento do cabo de aterramento.

Essa sequência de problemas nos equipamentos revela a forma despreocupada com que a direção da empresa atua com relação a manutenção.

Será que isso é reflexo da terceirização na manutenção e/ou da falta de fiscalização?

17 de março de 2010

Sindimetro chama Assembleia Geral Extraordinária

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Cooperativa Habitacional Sepé Tiaraju - Uma conquista ou um problema?

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Depois que o Sindimetrô sofreu uma penhora on-line em fevereiro, referente ao processo da Cooperativa Habitacional Sepé Tiaraju, nosso advogado marcou uma segunda reunião com o advogado do condomínio para o dia 17 de março, sendo que na primeira reunião os mesmos não compareceram.
Pelos contatos até o momento, o condomínio não mostra interesse algum em pagar a dívida nem mesmo em parcelá-la. São 22 condôminos e se fosse feita uma chamada extra, e uma proposta de parcelamento da metade da dívida, o valor ficaria em torno de R$ 100 (cem reais) por morador em vinte vezes. Acreditamos não ser tão difícil arcar com esse pagamento, sendo que a dívida é inteiramente do condomínio. Mesmo assim, o Sindicato arcaria com a outra metade parcelada, pois no processo fomos considerados réus solidários.
Gostaríamos de salientar que, em uma Cooperativa construída para benefício dos metroviários, é irônico ver que hoje são poucos os que moram lá.

2 de março de 2010

Auditoria interna

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O pedido de auditoria interna das contas entre os anos de 2006 e 2008, feito através de Assembleia Geral realizada no dia 22 de outubro do ano passado, está em fase preliminar. Nessa primeira fase, entramos em contato com uma empresa de auditoria para um levantamento prévio dos documentos necessários (os disponíveis e os que estão faltando) para a avaliação das contas em questão.

Além do contato com esse primeiro profissional, solicitaremos a visita de outros; não só pela questão de pesquisa orçamentária do serviço, mas pela busca de informações. Assim que todos os dados forem levantados e devidamente analisados, o Sindimetrô chamará uma Assembleia Geral Extraordinária para aprovação ou não da pauta pela categoria.

Processo Sird

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Na manhã de ontem, através de audiência entre o sindicato e a Trensurb, a juíza do Trabalho, Drª. Valdete Souto Severo, marcou para o dia 30 de março o julgamento da reclamatória do Sindimetrô de que a empresa descumpriu a cláusula 75ª do Acordo Coletivo de Trabalho do ano de 2005.

A empresa, representada Srª. Rosemari Souza Stieven e da advogada, Drª. Gladis Santos Becker, afirma que a negociação para a aprovação do SIRD é irrelevante, pois a empresa não tem obrigação de fazer. Isso demonstra que a Trensurb desconsidera a claúsula que diz:

Cláusula Décima Sexta (ACT 2007/2009) - SISTEMA DE REMUNERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO - A TRENSURB compromete-se a continuar os estudos relativos à revisão do SIRD (Sistema de Remuneração e Desenvolvimento), visando o aperfeiçoamento do mesmo, inclusive no que tange a confecção do instrumento de avaliação para promoção por merecimento que se baseará em normas e instrumentos de avaliação objetivos, considerando as rotinas práticas de trabalho, mantendo assegurada a participação efetiva da Categoria Metroviária neste processo.

Ressaltamos que o descumprimento da cláusula 75 (atual 16ª do ACT) se deu porque a empresa estaria negociando com o sindicato, o que não é verdadeiro.

A cláusula 75ª do atual ACT prevê multa por descumprimento de decisão normativa, que contenha obrigação de fazer, sujeita o empregador ao pagamento de multa em valor equivalente a 5% (cinco por cento) do maior piso salarial da categoria, por empregado atingido e em benefício do mesmo, desde que a Cláusula não possua multa específica ou não haja previsão legal a respeito.

18 de dezembro de 2009

Sindimetrô e Trensurb fazem reunião para tratar de Plano de Saúde

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Na tarde dessa sexta-feira dirigentes do Sindimetrô e da Trensurb estiveram reunidos para tratar sobre os Planos de Saúde Pós-Pago e Pré-Pago da Unimed.

Foi informado pela direção da empresa que após duas prorrogações consecutivas de seis meses cada do plano pós-pago, a Unimed informou que não tem interesse em prestar mais este modelo de Plano de Saúde.

A Trensurb informou também que realizou licitação para um plano no padrão da Unimed, sendo que somente uma empresa demonstrou interesse, mas a mesma não preencheu os requisitos básicos para habilitar-se na licitação.

A Trensurb também informou que o Plano Pré-Pago foi reajustado em 10% mediante a negociação com a Unimed. Informou ainda que o mesmo deveria ter sido reajustado em 24% devido a frequência de uso.

Por solicitação do Sindimetrô, a TRENSURB concordou em criar uma comissão específica para o assunto “Unimed” agendando uma reunião para o dia 22 de dezembro de 2009 para discutir uma nova proposta menos onerosa financeiramente aos titulares e dependentes atuais e futuros do plano Pré-Pago Unimed.

16 de dezembro de 2009

Cartilha ensina a identificar "Assédio Moral" no trabalho

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A Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS) lançou, no ano de 2007, a cartilha “Assédio Moral no Trabalho – Reaja e Denuncie”. Trata-se de um material muito rico em especificações da relação de trabalho entre chefias e subordinados. Pesquisadores apontam que, entre muitas situações de assédio moral, a mais frequente é aquela em que um superior agride um subordinado.



O agressor, geralmente, julga-se superior em todos os sentidos com relação às outras pessoas; é dotado do sentimento de grandeza e tem necessidade de ser admirado e aprovado; critica as falhas dos demais, mas não aceita ser contestado. Com esse comportamento busca encobrir as próprias deficiências.



Características da chefia que comete o crime do Assédio Moral:

- Tem senso grandioso da própria importância;

- é absorvido por fantasias de sucesso ilimitado, de poder;

- acredita ser “especial” e singular;

- tem excessiva necessidade de ser admirado;

- pensa que tudo lhe é devido;

- explora o outro nas relações interpessoais;

- não tem a menor empatia;

- inveja muitas vezes os outros;

- dá provas de atitudes e comportamentos arrogantes.



Na obra “O Assédio Moral no Direito do Trabalho”, a juíza do Trabalho em Minas Gerais, doutora em Direito pela Universidade de Paris II, Martha Halfeld Furtado de Mendonça Schmidt, enumera as características que definem o perfil do assediador, baseado em observações de trabalhadores:



1 – Profeta: Considera como missão demitir indiscriminadamente os trabalhadores para tornar a máquina mais enxuta. Para ele demitir é uma “grande realização”. Gosta de humilhar com cautela, reserva e elegância.



2 - Pit-bull: Humilha os subordinados por prazer, é agressivo, violento e até perverso no que fala e em suas ações.



3 – Troglodita: É uma pessoa brusca, que sempre tem razão. As normas são implantadas sem que ninguém seja consultado, pois acha que os subordinados devem obedecer sem reclamar.



4 - Tigrão: Quer ser temido para esconder sua incapacidade. Tem atitudes grosseiras e necessita de público para conferi-las, sentindo-se respeitado pelo temor que tenta incutir aos outros.



5 - Mala-babão: Bajula o patrão e controla cada um dos subordinados com “mão-de-ferro”. Também gosta de perseguir aos que comanda.



6 - Grande Irmão: Finge que é sensível e amigo dos trabalhadores. Quer saber dos problemas particulares de cada um para depois manipular o trabalhador, usando o que sabe para assediá-lo.



7 – Garganta: Vive contando vantagens – apesar de não conhecer bem o seu trabalho – e não admite que seus subordinados saibam mais que ele.



8 - Tasea (“tá se achando”): Confuso e inseguro, não sabe como agir em relação às demandas de seus superiores. Não tem clareza de seus objetivos, dá ordens contraditórias. Se algum projeto ganha os elogios dos superiores ele apresenta-se para recebê-los, mas em situação inversa responsabiliza os subordinados pela “incompetência”.



VOCÊ CONHECE ALGUÉM ASSIM?

1 de dezembro de 2009

Sindimetrô alerta população para o atraso de obras na Estação Mercado

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Na tarde dessa sexta-feira os dirigentes do Sindimetrô/RS realizaram um movimento em desagrado ao aniversário de dois anos de atraso na entrega da reforma da Estação Terminal Mercado da Trensurb. Houve gritos de ordem e distribuição de bombons com alerta sobre o assunto aos usuários do sistema metroviário.

11 de novembro de 2009

Revisões de aposentadorias e pensões

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Gostaríamos de nos dirigir aos metroviários que já recebem benefícios previdenciários junto ao INSS.

Existem diversas ações judiciais que podem vir a aumentar o valor recebido. Neste informativo vamos falar de algumas delas.

1. Inclusão de Reclamatória Trabalhista
Os valores recebidos em reclamatórias trabalhistas podem ser utilizados para aumento da Renda Mensal Inicial. Para que isso ocorra, basta que o período objeto da ação tenha sido utilizado quando do calculo do benefício. Por exemplo: um trabalhador que tenha ganho Adicional de Periculosidade relativo ao ano de 2000 e tenha se aposentado em 2002, certamente poderá ter um acréscimo na sua aposentadoria pela inclusão destes valores.

2. Inclusão do Auxílio-Doença no Cálculo da Aposentadoria por Invalidez
Esta revisão busca o aumento da aposentadoria por invalidez, pela inclusão dos valores recebidos à título de auxilio-doença. Todo aquele trabalhador que tenha se aposentado por invalidez pode buscar informações sobre essa ação.

3. Teto
Quando a aposentadoria por tempo de serviço, idade ou especial foi limitada ao teto de contribuição, há redução no valor da renda mensal apurada pelo INSS, o que pode ser revisado para aumentar o valor da aposentadoria.


4. IRSM ( 39,67%)
Esta revisão busca o reajuste dos salários de contribuição anteriores à 03/1994, para quem se aposentou entre 01/03/1994 a 01/01/1997, com aumento significativativo da Renda Mensal Inicial de seu benefício.

5. Indeferimento de benefícios

O objetivo da ação judicial é buscar a concessão da aposentadoria, auxílio-doença ou pensão por morte que tenha sido negado pelo INSS.

Podemos ajudá-lo a tirar suas dúvidas, tais como: Se o tempo de trabalho em atividade especial pode contar para aposentadoria por tempo de contribuição: Quanto tempo falta para se aposentar, entre outras.

Para revisar o benefício TRAGA:
1- carta de aposentadoria;
2- comprovante do valor da aposentadoria

Para obter outras informações TRAGA:
1-comprovante da negativa do INSS;
2-documentos do(s) período(s) trabalhado(s).

Ingressos para a festa de fim de ano

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Os convites para a festa de final de ano já estão disponíveis para compra nos setores com os colegas:

Ari Tonini – SEMLE (Ramal: 8340)
Arno – Est. São Pedro (Ramal: 8416)
André Gilberto - Est. Unisinos (Ramal: 8455)
Mauro – SESIN (Ramal: 8699)
Venhofen – SETRA
Eraldo – SEGUR (Ramal: 8434)
Carlos – Administrativo Forponto (Ramal: 8519)
Wladimir Administrativo Forponto (Ramal: 8517)

Você também pode adquirir seu convite na sede do Sindimetrô ou com os diretores. Adquira já o seu!

4 de novembro de 2009

25 anos de conquistas

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Em 1984, enquanto a população da Grande Porto Alegre aguardava atenta a conclusão das obras e a abertura do novo e revolucionário sistema de transporte metroviário, os companheiros(as) da primeira leva do quadro de funcionários efetivos da empresa se esforçavam em cursos de aperfeiçoamento e no reconhecimento de técnicas para disponibilizar um serviço de transporte público qualificado a milhares de cidadãos de Porto Alegre, Canoas, Esteio e Sapucaia (até então a linha 1 do metrô ia somente até esse último município).

Relatos de metroviários daquela época indicam que a inexperiência e a precariedade dos ambientes e das ferramentas de trabalho foram ultrapassadas com a força de vontade e a competência de quem tinha em mente uma grande missão: transportar pessoas das mais variadas classes sociais e com os mais diversos destinos (trabalho, escola, universidade...) de forma ágil, rápida e com baixo custo.

São 25 anos de estrada onde não somente a preocupação com o usuário é prioridade entre os primeiros metroviários. A luta por melhores condições de trabalho e o aperfeiçoamento profissional também permeia a história da categoria, que sempre buscou tomar as principais decisões de forma unida, sem temer represálias.

É reconhecido que a nossa categoria não é uma das maiores do estado, tendo em vista que, por causa das seguidas más administrações públicas, o sistema metroviário gaúcho se resume efetivamente a Trensurb; mas é de nos orgulhar o fato de que, mesmo de forma reduzida, temos uma força de atuação maior do que categorias que possuem milhares de profissionais. E essa força, esse reconhecimento começa lá em 1984, quando os primeiros metroviários começaram a construir a história de nossa categoria.

O Sindimetrô saúda os primeiros companheiros metroviários e agradece a força que, inclusive, nos possibilitou existir e nos manter vivos na luta. Sabemos que muitos dos problemas enfrentados lá no início, ainda são presentes na vida de “velhos” e “novos” metroviários. Ainda há muita defasagem no que diz respeito a ferramentas de trabalho, a segurança, a manutenção de direitos, ao terrorismo das chefias... É evidente que, em um momento de festa como esse, nos entristece o fato de alguns dos antigos companheiros traçarem caminhos contrários à causa da categoria; mesmo que a empresa não reconheça isso não tira o brilho da grande maioria dos metroviários que engrandecem a história dos metroviários gaúchos.

21 de outubro de 2009

Síndrome de Burn-out

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A Síndrome de Burn-out é uma doença psicológica caracterizada pela manifestação inconsciente do esgotamento emocional. Tal esgotamento ocorre por causa de grandes esforços realizados no trabalho que fazem com que o profissional fique mais agressivo, irritado, desinteressado, desmotivado, frustrado, depressivo, angustiado e que se avalia negativamente.

A pessoa que apresenta tal síndrome, além de manifestar as sensações acima descritas, perde consideravelmente seu nível de rendimento e de responsabilidade para com as pessoas e para com a organização que faz parte. Pode ocorrer em profissionais de diferentes áreas que possuem contato direto com pessoas. Também apresenta manifestações fisiológicas como cansaço, dores musculares, falta de apetite, insônia, frieza, dores de cabeça freqüente e dificuldades respiratórias.

A Síndrome de Burn-out pode ser prevenida quando os agentes estressores no trabalho são identificados, modificados ou adaptados à necessidade do profissional, quando se prioriza as tarefas mais importantes no decorrer do dia, quando se estabelece laços pessoais e/ou profissionais dando-os importância, quando os horários diários não são sobrecarregados de tarefas, quando o profissional preocupa-se com sua saúde e quando em momentos de descontração assuntos relacionados ao trabalho não são mencionados.

O tratamento para a doença é variável, pois podem ser iniciados a partir de fitoterápicos, fármacos, intervenções psicosociais, afastamento profissional e readaptações. É importante ressaltar que a Síndrome de Burn-out é diferente da depressão, pois a síndrome está diretamente ligada com situações ligadas ao trabalho, enquanto a depressão está ligada a situações pessoais relacionadas com a vida da pessoa.
Fonte: Brasil Escola

DICA DO SINDIMETRÔ: Metroviário, caso você apresente as sensações da Síndrome de Burn-out procure seu médico psiquiatra e converse com ele sobre o assunto. Também vá até a Comissão Interna de Prevenção a Acidentes (CIPA) e procure auxílio para o planejamento de políticas que ajudem a adaptar suas rotinas profissionais a sua necessidade físico-mental. Não esqueça, qualquer tipo de abuso dentro das relações de trabalho configura Assédio Moral. Denuncie ao Sindimetrô.

Jurídico, a "bola da vez"!

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Já observaram que a atual gestão está realizando tudo aquilo que criticava nas ditas “gestões de direita”? Por exemplo, criticavam a descentralização do jurídico e agora, retomam esta atitude. Cada um dos “deuses” da empresa quer seu assessor jurídico pessoal... Ao invés de investirem em estrutura e corpo técnico condizente com a demanda interna e externa, destroem o que ainda resta...

Assim, a “bola da vez” é o jurídico. Nesta sexta-feira (23) junto ao auditório da empresa, nove e trinta da manhã, ocorrerá a abertura dos envelopes contendo as propostas técnicas visando à terceirização do jurídico.

Participam desta etapa as empresas Maffini&Milman Advogados, Flávio Obino Filho Advogados e Beathgen&Santos Advogados Associados S/C. Quem ganhará? Que cada um faça suas apostas!

Quem perderá? Todos nós perderemos com esta “gestão de raiva” que procura terceirizar a qualquer custo, oprimir, subjugar...

"Eles querem a gente vivo, mas doente, dependente." (Arnaldo Jabor).
Vamos deixar? Novamente, façam suas apostas!

14 de outubro de 2009

Convocação para Assembleia Geral Ordinária

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O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários e Conexas do Estado do Rio Grande do Sul, através de seu presidente, convoca os associados e interessados para a Assembleia Geral Ordinária a ser realizada no auditório da sede do Sindimetrô/RS - Rua Monsenhor Felipe Diehl, n°.: 48, nesta capital, às quinze horas em primeira chamada e quinze horas e trinta minutos em segunda chamada do dia 22 de outubro de 2009 (quinta-feira).

ORDEM DO DIA: Prestação de Contas relativas ao ano de 2008 acompanhadas do competente parecer do Conselho Fiscal e deliberações.

Renato José Schuster
Presidente do Sindimetrô/RS

Sindicato patrocina futsal

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ATENÇÃO "BOLEIROS" METROVIÁRIOS...

...a partir do dia 16 de outubro o Sindimetrô estará disponibilizando cinco horas mensais para a prática do futsal nas quadras do SEST/SENAT.
Os interessados devem organizar seus times e procurar o colega Mambrum, na estação Aeroporto.

Atendimento previdenciário

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A partir do dia 15 de outubro a categoria metroviária passará a contar com o atendimento especializado na área de direito previdenciário. Através de convênio firmado entre o SINDIMETRÔ, PROJUST e o escritório VIEIRA – MENEZES – CARRION – BERGONSI E COUTINHO os metroviários poderão ver respondidas todas as suas dúvidas sobre as condições para aposentadoria, tempo necessário para aposentar-se e requisitos para benefícios previdenciários, seja em relação a esclarecimentos que visem a auxiliar os metroviários a bem encaminhar seus pedidos junto ao INSS ou mesmo para revisar os benefícios daqueles metroviários que já se encontram aposentados ou gozando de algum benefício junto à previdência. Além disso, o escritório também atenderá questões relativas à restituição de imposto de renda pagos por aqueles trabalhadores que moveram processos trabalhistas contra a empresa e tiveram retidos valores a esse título.

O atendimento será prestado diretamente por dois sócios do escritório conveniado, sempre às quartas-feiras, das 14h30min e às 16h, na sede do sindicato ou diretamente no escritório dos advogados através de encaminhamento a ser feito pelo SINDIMETRÔ.

Acreditamos que assim estamos, não apenas oferecendo um serviço de qualidade à categoria, visando esclarecer as muitas dúvidas que temos em relação às nossas aposentadorias, como também resgatamos e reaproximamos do sindicato junto a aqueles trabalhadores que já se encontram aposentados, os quais convidamos a comparecer ao sindicato para analisarem a possibilidade de revisão de seus benefícios.

12 de outubro de 2009

SIRD 2009

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O Sindimetrô, em 2005, protocolou o processo de nº 01364-2005-005-04-00-0 referente a revisão e a participação dos empregados na confecção do novo Sistema de Remuneração e Desenvolvimento (SIRD).

Ocorreram três audiências até o momento. Em 01/02/2006, na ata de audiência, “o sindicato autor concorda com a suspensão, desde que a empresa se comprometa a utilizar como parâmetro empresas de porte e funções similares, demonstrando o modo como tal parâmetro foi considerado para efeito da revisão”.

No dia 09/10/2007, a conciliação entre as partes foi rejeitada. Sendo marcada uma nova audiência para o dia 13/12/2007. Destaca-se: “As partes requerem a suspensão do feito até maio de 2008, prazo em que a reclamada, com o acompanhamento do sindicato autor, apresentará uma proposta de revisão do SIRD (sistema de remuneração e desenvolvimento) em relação aos empregados (...). A proposta será submetida ao DEST, órgão que deve aprovar a proposta. Defiro, devendo a reclamada comprovar nos autos a apresentação da proposta, até 30/05/2008. Após, independente de notificação, o sindicato autor poderá sobre ela se manifestar nos autos até 30/06/2008. O processo permanecerá suspenso até o final de julho/08, para que as partes informem a propósito da aprovação da proposta pelo DEST”.

Por novo acordo, o processo está suspenso até 20/11/2009, onde existia a expectativa de que a Trensurb, com a participação do sindicato, apresentasse nova proposta de redação para o SIRD. Mesmo tendo conhecimento do processo, a direção da empresa antecipou-se em apresentar o SIRD 2009, esquecendo que antes e durante esse período foram firmados, entre o Sindimetrô e a Trensurb, acordos coletivos de trabalho.

Cláusula Décima Sexta: Sistema de Remuneração e Desenvolvimento. A TRENSURB compromete-se a continuar os estudos relativos a revisão do SIRD – Sistema de Remuneração e Desenvolvimento, visando o aperfeiçoamento do mesmo, inclusive no que tange a confecção do instrumento de avaliação para promoção por merecimento que se baseará em normas e instrumentos de avaliação objetivos, considerando as rotinas práticas de trabalho, mantendo assegurada a participação efetiva da Categoria Metroviária neste processo.

Cláusula Septuagésima Oitava: Multa por Descumprimento. O escumprimento de decisão normativa, que contenha obrigação de fazer, sujeita o empregador ao pagamento de multa em valor equivalente a 5% (cinco por cento) do maior piso salarial da categoria, por empregado atingido e em beneficio do mesmo, desde que a Cláusula não possua multa específica ou não haja previsão legal a respeito.

Ao Sindimetrô resta procurar garantir os direitos da categoria por todos os meios legais. As providências necessárias estão sendo realizadas pela entidade e a categoria estará sendo informada dos resultados assim que surgirem. Poderemos ter grandes novidades! Fica aqui a sugestão da diretoria do sindicato para que seus filiados aguardem na assinatura do SIRD 2009. A avaliação do sistema está em fase final. Todos merecem o melhor, e não somente aqueles que criaram um SIRD para proveito próprio!

Carta Aberta

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Carta Aberta do Sindimetrô RS publicada no dia 10 de junho de 2009

A LUTA DOS METROVIÁRIOS É PELA MANUTENÇÃO DE DIREITOS

Ao contrário do que vem sendo amplamente divulgado, a greve dos metroviários gaúchos não se limita apenas a uma questão de aumento salarial. A paralisação, na verdade, é uma grande luta em defesa dos direitos dos trabalhadores. O índice de 12,15% pretendido pela categoria, nada mais é do que o direito de repor perdas salariais. Não estamos falando em aumento de salários, mas sim na reposição das perdas financeiras que acontecem, entre tantos motivos, pela defasagem imposta por índices inflacionários, o aumento de impostos etc. O quadro de perdas salariais dos metroviários é ainda mais crítico, porque o último acordo coletivo teve vigência de dois anos. Com isso, as perdas podem ser multiplicadas por dois.

Segundo os cálculos do Sindicato dos Metroviários do Rio Grande do Sul (Sindimetrô/RS), o índice de 12,15% por um ano é o mais indicado para repor dois anos de perdas. A Trensurb, por sua vez, propõe 10,50% de reposição, desde que o Acordo Coletivo tenha vigência por um período de dois anos; o que é inaceitável para a categoria, já que isso não repõe as perdas e, ainda por cima, impõe aos trabalhadores mais dois anos enfrentando uma forte redução salarial.


Além das questões que envolvem a reposição de perdas salariais, também há o fato da administração da Trensurb de promover a divisão da categoria em “antigos e novos funcionários”. Através da chamada “resolução número nove”, “antigos funcionários” recebem benefícios superiores aos “novos”. Um exemplo disso é o adicional noturno: os funcionários que entraram na empresa antes do ano de 1997 recebem as horas trabalhadas à noite majoradas com 50%, enquanto os que entraram após esse período ganham apenas 20%. Todos fazendo o mesmo trabalho.

Entre os diversos itens que trata a resolução número nove, o Sindimetrô não acha justo que trabalhadores que possuem as mesmas atribuições e que atuem nos mesmos horários possuam ganhos diferentes. A Trensurb, contrariando o bom senso e o que é justo, propõe a manutenção da clausula número nove, promovendo uma divisão na categoria.

O Sindimetrô luta para que todos os metroviários sejam tratados de forma igual e tenham seus direitos preservados. Nossa greve não é baseada apenas em um índice, mas num esforço coletivo para combater ações que retiram os direitos dos trabalhadores.

Os metroviários são solidários para com os usuários que diariamente utilizam os serviços do metrô. Entendemos que uma paralisação traz muitos transtornos, mas estamos atuando conforme as determinações do Ministério Público do Trabalho que, através da lei de greve, orienta-nos a manter os serviços básicos do metrô.

Queremos encontrar na população uma parceria nessa luta. A grande maioria dos nossos usuários é composta por trabalhadores que também sofrem com a defasagem salarial e a forma tirana de atuação das suas chefias. Pedimos a compreensão de toda a comunidade atingida pela greve. Esperamos que a qualidade dos nossos serviços, externadas até mesmo pela administração da Trensurb com publicações mostrando índices superiores a 90% de satisfação dos usuários, em breve volte a estar completamente à disposição.

Trensurb explica

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Material retirado da Coluna do jornalista Antônio Carlos Macedo do jornal Diário Gaúcho (12/10/2009)

A Trensurb mandou explicações sobre a demora no conserto das escadas rolantes em várias de suas estações, assunto que abordei na semana passada, a partir de queixa feita por leitores e ouvintes. Conforme a empresa, o atraso decorre de um conflito judicial entre as participantes da concorrência para realização do serviço. Para driblar o impasse, foi feita uma contratação emergencial, o que deve permitir a conclusão de todos os reparos no prazo de seis meses. De Porto Alegre a São Leopoldo, são 21 escadas rolantes, que precisam se reforma completa a cada dez anos, independente da existência de manutenção preventiva periódica. Essa recuperação envolve a troca de todas as peças móveis da estrutura.

Prazos definidos

A Trensurb também detalhou a situação das estações alvo das queixas dos usuários: 1 – Estação Sapucaia, em Sapucaia do Sul: a escada em reforma deverá voltar a funcionar plenamente no próximo dia 21. A outra, por motivos de segurança, só está sendo usada por portadores de deficiência. A reforma dessa escada vai acontecer assim que terminar o da outra. 2 – Estação Mathias Velho, em Canoas: a escada parada voltará ser utilizada no dia 28 deste mês. A outra está operando. Para minimizar o problema, o elevador está em pleno funcionamento. 3 – Estação Niterói/UniRitter, em Canoas: a reforma deve terminar no dia cinco de novembro. Mesmo assim, uma das escadas é colocada em funcionamento sempre que existe necessidade de transportar deficientes físicos.

Sindimetrô comenta:

Na verdade, sabemos que a falta de manutenção nas escadas rolantes é fruto de um planejamento mal feito e da contratação de uma mão de obra que deixa, e muito, a desejar. A "qualidade" defendida pelos diretores da Trensurb não existe; é somente mais uma forma de promover os polítcos da empresa. O usuário lamenta!